Briga de crianças vira caso de justiça e mãe leva “puxão de orelha” de juíza

Juíza destacou que os adultos estão infantilizados e inundam o Poder Judiciário com processos infundados

Reprodução Internet

Pode não parecer, mas existe uma tremenda onda de processos que tornam a vida privada bastante judicializada. Casos que poderiam ser resolvidos com maturidade e conversa civilizada. Essa foi a crítica feita pela juíza Vanessa de Oliveira Cavalieri Felix da vara da Infância e Juventude no Rio de Janeiro.

Recentemente ela julgou improcedente o pedido de uma mãe que pedia R$ 20 mil de indenização porque o filho pequeno foi mordido por um colega na creche que também era da mesma idade.

Na sentença, a juíza comunicou que tudo o que foi alegado e provado nos autos não consta nada que extrapole o comportamento normal e rotineiro de crianças de dois anos de idade em uma creche.

As crianças são, justamente, crianças por tomarem atitudes pouco maduras quando contrariadas. A juíza ainda acrescentou que a escola comunicou que o menino foi mordido depois de bater ou arranhar a outra criança.

Logo, o sofrimento entre as duas partes foi proporcional e isso faz parte do crescimento das duas crianças. A juíza destacou que os adultos estão infantilizados e inundam o Poder Judiciário com processos infundados como se houvesse direito absoluto à felicidade. No fim, ela recomendou que a mãe simplesmente mude a criança de escola para evitar novas ocorrências.

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