Botelho: procurador garante investigação dura, mas CPI não é descartada

Presidente da ALMT, Eduardo Botelho disse que deputados pareciam convencidos, mas CPI não está descartada

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Depois de ouvirem, no fim da tarde desta terça-feira (23), o procurador-geral do Ministério Público de Mato Grosso, José Antônio Borges, sobre denúncias contra O MPE, após reinterrogatório de militares no esquema da Grampolândia Pantaneira, os deputados estaduais ainda não descartaram a possibilidade de uma investigação por parte da Assembleia Legislativa.

De acordo com o presidente da Casa, deputado Eduardo Botelho (DEM), Antônio Borges garantiu que não deixará sem investigação nenhum dos fatos apontados e que vai manter a Assembleia informada sobre o andamento das apurações.

Botelho, contudo, destacou que, se for desejo de pelo menos oito deputados, que assinarem requerimento, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) poderá ser instaurada.

“O procurador foi muito esclarecedor e se comprometeu a fazer uma investigação muito dura. Deu a entender que deputados ficaram bem convencidos, mas isso vai de cada um”, ponderou.

Segundo o deputado, Antônio Borges não teria “admitido falhas” da instituição e afirmou que primeiro é necessário investigar as alegações, para, só então, emitir juízo de valor. Entretanto, para o procurador-geral, não haveria elementos suficientes que apontem irregularidades nos casos.

Mais cedo, a deputada Janaina Riva (MDB) disse à imprensa que a maioria dos deputados ainda não havia se posicionado sobre a instauração ou não da CPI.

A parlamentar, no entanto, garantiu que todos querem que os fatos sejam explicados e que não vão tolerar que uma possível investigação que corra dentro da Assembleia termine sem resultados, à exemplo da CPI das Cartas de Crédito, que também investigou o Ministério Público.

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