Bolsonaro recebe governador e bancada de MT no Planalto

Encontro está previsto para o dia 29 e tem na extensa pauta a liberação de recursos para o Estado

(Foto: Valter Campanato agencia_Brasil)

A moratória da soja, a atual situação do agronegócio, a inauguração da Universidade Federal de Rondonópolis e – talvez, principalmente – a liberação dos recursos do Fundo de Auxílio à Exportação (FEX) para Mato Grosso.

Essas são pautas de uma reunião entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o governador Mauro Mendes (DEM) e a bancada federal de Mato Grosso que está prevista para ocorrer no próximo dia 29, pela manhã, no Palácio do Planalto.

“Vamos reunir com o presidente Bolsonaro para um café da manhã e apresentar as principais demandas de Mato Grosso. Além da não aprovação da moratória da soja produzida no Cerrado, vamos solicitar agilidade no processo de liberação dos recursos do FEX. Mato Grosso precisa desse recurso para equilibrar as contas públicas”, explicou o deputado José Medeiros (Pode-MT), que vice-líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, também vai participar da reunião.

Moratória

Medeiros lembrou que recentemente denunciou na tribuna da Câmara Federal a ação de organismos internacionais que estão procurando impedir a expansão da produção agrícola nacional e diminuir a competitividade do Brasil no mercado internacional, com a criação da moratória da soja no Cerrado brasileiro.

Segundo o deputado, a moratória da soja, que propõe não financiar ou comercializar soja produzida no Cerrado, não é uma ação para preservar o meio ambiente, mas sim para prejudicar Mato Grosso e o Brasil.

“Vamos levar ao presidente Bolsonaro a preocupação do setor produtivo de Mato Grosso com o movimento internacional para coibir o desenvolvimento da agricultura. Esse movimento vem travestido de moratória da soja. Eles estão dando milhões de dólares a tradings para que elas não comprem soja produzida no Cerrado brasileiro, em propriedades que estão legalizadas e que não cometem nenhuma irregularidade ambiental”, ele disse.

(Com assessoria)

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