Bolsonaro rebate críticas de usar sequelas da facada para se promover politicamente

Em coletiva de imprensa, Bolsonaro falou sobre as sequelas de seu esfaqueamento e o tratamento que está seguindo

(Foto: Reprodução/Instagram)

O presidente Jair Bolsonaro rebateu os críticos que afirmam que ele estaria usando as sequelas da facada que sofreu em 2018 para se promover politicamente. Em coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (5), Bolsonaro falou sobre os desafios de seu tratamento.

Bolsonaro foi alvo de duras críticas por compartilhar imagens do hospital durante toda a internação. O presidente também foi questionado na coletiva sobre o uso político em ano eleitoral da facada recebida em 2018.

Em resposta, Bolsonaro afirmou que não gostaria de ter sido esfaqueado a afirmou que essas críticas partem de uma oposição maldosa.

“Efeito político? Eu não queria estar aqui. Estava previsto na terça-feira [4] retornar a Brasília. Estou me vitimizando? Está de brincadeira comigo. Dr. Macedo tem sua honra e eu a minha. Temos muito a zelar”, explicou Bolsonaro.

Mandantes da facada

Ainda na coletiva de imprensa, Bolsonaro afirmou que acredita que a facada dada por Adélio Bispo tenha sido planejada por pessoas importantes da esquerda.

“Não está difícil de desvendar esse caso. Vai chegar em gente importante com toda certeza. Não foi da cabeça dele [Adélio] que ele fez aquilo. Não há dúvida da tentativa de homicídio. Eu queria estar jogando futebol, apesar da idade. Queria estar fazendo mais coisa. Não faço”, concluiu o presidente.

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