Bloqueio na Educação: UFMT é alertada sobre corte no fornecimento de energia

Energisa adiou prazo de pagamento para o dia 5 de julho; Universidade alega falta de dinheiro

Universidade Federal de Mato Grosso, campus Cuiabá (Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

As atividades na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) podem ser interrompidas novamente, dessa vez, não por movimentação grevista. É que devido ao contingenciamento de 30% no orçamento da instituição, ordenado pelo governo federal, a faculdade pode não ter dinheiro para pagar as despesas de energia elétrica.

Segundo informou por meio de nota, a UFMT foi notificada pela Energisa sobre a chance de interrupção na prestação de serviços. As diretorias teriam se reunido nesta semana para tratar o assunto e, em negociação, deixaram adiado o prazo de pagamento para o dia 5 de julho.

Atualmente, a UFMT atende 25.435 estudantes nos cursos de graduação e 2.329 em pós-graduação. Desde que o contingenciamento foi anunciado, a reitoria da universidade vem afirmando que teria dinheiro suficiente para bancar as despesas somente até julho.

Para atravessar o momento difícil, a universidade tomou medidas como renegociar contratos de limpeza e segurança; bloquear viagens de estudantes; suspender intercâmbio nacionais e internacionais de alunos e até reduzir o número de aulas de campo de alguns cursos.

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