Balada no jardim: confira como foi o Bumpkin do Garden

Pitada de música sertaneja, sem perder a pegada house; assim foi o sábado na Nuun Garden

(Foto: Suellen Pessetto/ O Livre)

Criar identidade eletrônica em uma balada onde a cidade é dominada pelo sertanejo pode parecer um tiro no escuro para qualquer casa noturna, mas não para os parceiros Igor Noda, Thalyta Santana e Silvia Andria, que há quatro anos estão a frente da Nuun Garden e viram na Capital mato-grossense o potencial para explorar ritmos mais modernos, fazendo da baladinha um lugar de gente descolada.

A ideia de fazer uma balada sunset aos sábados deu tão certo, que a marca Garden is Magic se firmou na noite cuiabana. Mas como o trio de amigos gosta mesmo é de um bom desafio, lançaram o projeto de que a cada sábado a balada ganharia cara nova, com cenário e estrutura temáticos. Al Mare, Savaj, What the Funk e Bumpkin. Se a ideia deu certo? Isso você confere na galeria de fotos ao final desta matéria.

Na noite desse sábado (20), foi a vez do Garden ganhar a versão Bumpkin. Por duas horas, a dupla Kelly & Klinger cantaram músicas sertanejas de um jeitinho diferente. Nada de sofrência, nem canções melodramáticas, a ordem era dançar. Afinal, era um esquenta para o som que rolaria logo mais com os Djs Faisão e Douglas Mariuso.

Mas como tudo que é bom dura pouco, a regra da casa é que a balada só funcione até 1 hora da madrugada.

Para os “inimigos do fim”, o Garden guarda uma passagem secreta, que dá acesso à balada ao lado, Vozz Club, com estrutura mais ampla e som eletrônico predominante.

O LIVRE, que não perde uma boa balada, conferiu de perto quem se jogou na noite Bumpkin. Confira:

 

 

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1 COMENTÁRIO

  1. Enfim, alguma casa nesta cidade decidiu atender a um público acima dos 40 anos e está trazendo um versão da Disco Music. Não é no Garden, mas podia ser também. Chega de sertanejo, mas também chega de eletrônica para ouvir. O pessoal quer é dançar. No mais, sugiro que a casa pare com o sistema de controle (registro de nome e de consumo) e com o marketing de deixar as pessoas na fila para parecer que tem bastante gente. Oras, as pessoas querem entrar logo, gastar lá dentro, tomar uma bebida, usufruir do conforto. Esses marketeiros em Cuiabá precisam aprender que não estamos mais a fim de luxo nem de frescura. Queremos nos divertir, e só.

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