“Autodestruição do Judiciário”: presidente do TJ cobra R$ 226 milhões de duodécimo

O presidente em exercício, Rui Ramos, destacou que a redução do duodécimo significaria a autodestruição do Judiciário

(Foto: Ednilson Aguiar / O Livre)

O presidente eleito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Carlos Alberto da Rocha, disse, nesta quinta-feira (11), que não vai aceitar a redução de repasse de duodécimo por parte do Governo do Estado.

O orçamento atual do Judiciário Estadual é de pouco mais de um bilhão de reais. “Esse é o mínimo para o Judiciário. Nós já estamos colaborando com o Estado”.

O presidente em exercício, desembargador Rui Ramos, destacou que o Executivo, sob comando do governador Pedro Taques (PSDB), ainda precisa repassar o total de R$226 milhões de duodécimo.

“Esperamos que seja cumprido pelo menos aquilo que já está normalizado pelo próprio Executivo”, criticou o atual presidente.

Os restos a pagar estão impactando, por exemplo, na realização de novos concursos do Poder Judiciário e nomeação de novos juízes.

Rui Ramos frisou que isso tem feito com que ajustes internos tenham que ser realizados. Para o magistrado, uma possível redução do duodécimo significaria a autodestruição do Judiciário.

VEJA MAIS: Carlos Alberto da Rocha é eleito o novo presidente do Tribunal de Justiça de MT

Use este espaço apenas para a comunicação de erros





Aceito que meu nome seja creditado em possíveis erratas.

O LIVRE ADS