
Avança prisão após segunda instância
Lamentável a decisão do Supremo sobre prisão após condenação em segunda instância. Em nome de suposta defesa da norma constitucional,

Lamentável a decisão do Supremo sobre prisão após condenação em segunda instância. Em nome de suposta defesa da norma constitucional,

O leitor, na mídia tradicional e nas redes sociais, é o melhor termômetro para medir a temperatura da sociedade. Tomar

As prisões sempre se deram em primeira instância no Brasil. A segunda instância passou a valer a partir de 1973,

Um tema para lá de grave consta da pauta do Supremo Tribunal Federal (STF): a descriminalização da maconha. É provável,

Bolsonaro não morre de amores pela imprensa. Acredita, equivocadamente, que as redes sociais são a grande cartada. Não percebe que

As virtudes e as fraquezas dos jornais não são recatadas. Registram-nas fielmente os sensíveis radares dos leitores. Precisamos, por isso,

A política brasileira está sendo sacudida por uma mudança cultural que, lá fora e aqui, está transformando e subvertendo antigas

As pautas não estão dentro das redações. Elas gritam em cada esquina. É só pôr o pé na rua e

Dialogar é preciso. Excelentes pautas nascem de um bom bate-papo. Conversar, sobretudo com os jovens, abre a cabeça e aponta

Nunca se pôs em xeque o papel essencial do instinto jornalístico. Nem eu pretendo fazê-lo agora. Como já venho reiterando

Lamentável a decisão do Supremo sobre prisão após condenação em segunda instância. Em nome de suposta defesa da norma constitucional, e em contradição com decisões anteriores, o STF consagrou a

O leitor, na mídia tradicional e nas redes sociais, é o melhor termômetro para medir a temperatura da sociedade. Tomar o seu pulso equivale a uma pesquisa qualitativa informal. Aos

As prisões sempre se deram em primeira instância no Brasil. A segunda instância passou a valer a partir de 1973, com a Lei Fleury, da ditadura, imposta para livrar da

Um tema para lá de grave consta da pauta do Supremo Tribunal Federal (STF): a descriminalização da maconha. É provável, muito provável mesmo, que o resultado seja oposto à vontade

Bolsonaro não morre de amores pela imprensa. Acredita, equivocadamente, que as redes sociais são a grande cartada. Não percebe que agenda pública continua sendo determinada pelas empresas jornalísticas tradicionais. O

As virtudes e as fraquezas dos jornais não são recatadas. Registram-nas fielmente os sensíveis radares dos leitores. Precisamos, por isso, derrubar inúmeros desvios que conspiram contra a credibilidade dos jornais.

A política brasileira está sendo sacudida por uma mudança cultural que, lá fora e aqui, está transformando e subvertendo antigas estruturas de poder. Partidos e políticos tradicionais vão sendo substituídos

As pautas não estão dentro das redações. Elas gritam em cada esquina. É só pôr o pé na rua e a reportagem salta na nossa frente. Essa percepção, infelizmente, é

Dialogar é preciso. Excelentes pautas nascem de um bom bate-papo. Conversar, sobretudo com os jovens, abre a cabeça e aponta caminhos. Eles são o presente que se faz futuro. Eu,

Nunca se pôs em xeque o papel essencial do instinto jornalístico. Nem eu pretendo fazê-lo agora. Como já venho reiterando há tempos neste espaço, apenas essa vibração será capaz de