Aprendendo com o erro alheio

Foto: REUTERS/Washington Alves

Durante muito tempo, nós brasileiros evitamos falar de desastres e catástrofes, naturais ou não. Até parecia ser um conto de fadas uma terra tão linda e maravilhosa, de belas praias e conhecida por um dos eventos mais falados do mundo, nosso carnaval.

Mas tenho visto temas como chuvas arrasadoras, desabamentos e a ameaça das barragens em todo Brasil. Bem aqui, em Mato Grosso, um representante político trouxe a discussão sobre os riscos do rompimento de barragens e de como poderíamos evitá-los.

Segundo a matéria da jornalista Julia Oviedo, aqui no LIVRE, nosso estado é o quarto em número de barragens e 18 delas representam um alto risco para a população que vive nas proximidades. Aqui em MT existem 128 e metade delas não estão cadastradas na Agência Nacional de mineração.

O lado bom é que, ao menos aqui, lei sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado (10.836/2019), de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSDB), obriga as empresas e companhias de mineração a instalarem sistemas de alarme e monitoramento em todas as barragens e represas existentes no Estado. Veja publicação completa.
Isso é aprender com os erros dos outros e eu espero que outros estados acompanhem o raciocínio do representante Wilson Santos.
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Aprendiendo con el error ajeno

Durante mucho tiempo, los brasileños evitamos hablar de desastres y catástrofes, naturales o no. Hasta parecía ser un cuento de hadas una tierra tan hermosa y maravillosa, de hermosas playas y conocida por uno de los eventos más hablados del mundo, nuestro carnaval.

Pero he visto temas como lluvias arrasadoras, derrumbes y la amenaza de las represas en todo Brasil. Bien aquí, en Mato Grosso, un representante político trajo la discusión sobre los riesgos de la ruptura de represas y de cómo podríamos evitarlos.

Según la materia de la periodista Julia Oviedo, aquí en “O LIBRE”, nuestro estado es el cuarto en número de represas y 18 de ellas representan un alto riesgo para la población que vive cerca. Aquí en MT existen 128 y la mitad de ellas no están registradas en la Agencia Nacional de minería.

La buena notícia es que acá en mi província ya esta lista y las pepresas a tener sistema de alarma en caso de derrubem. El diputado a la cabeza del proyeto Wilson Santos. mire la nota en O Livre.

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