Após a repercussão negativa, a AGU (Advocacia-Geral da União) desistiu de promover 607 procuradores que seriam alçados ao topo da carreira para ganhar mais. A decisão foi tomada no fim da tarde dessa quinta-feira (24), após um longo debate envolvendo o órgão.
As promoções, teriam sido autorizadas na última sexta-feira (18), a decisão beneficiariam procuradores da PGF (Procuradoria-Geral Federal). No total, 606 procuradores seriam erguidos ao topo da carreira, onde passariam a ganhar o teto da profissão.
No documento que suspende a decisão, o procurador-geral de Pessoal, Watson Monteiro Oliveira, afirma que é necessário ter cautela e ressalta os questionamentos feitos pela sociedade.
“Tendo presente os questionamentos suscitados com a publicação do referido ato, e com fulcro no poder geral de cautela da Administração, é recomendável que os efeitos da referida portaria [que oficializou as promoções] sejam suspensos”, disse o procurador.





