Após emagrecer 15 quilos, gerente descobre câncer raro e pede ajuda para cirurgia

Câncer foi descoberto depois que manchas apareceram na pele; cirurgia vai custar até R$ 50 mil

Foto: Arquivo Pessoal

Uma rotina agitada e atlética, que incluía não apenas o trabalho, mas também a família, a corrida e o futebol, quase fez com que uma grave doença passasse despercebida para o gerente comercial Márcio Bittencourt, de 39 anos. Foi, porém, o aparecimento de manchas na pele que o levaram a um hospital, onde ele recebeu a notícia de que portava um câncer raro, em estágio avançado. Agora, ele e a família pedem ajuda para levar cerca de R$ 50 mil para uma cirurgia, que não é feita pelo Serviço Único de Saúde (SUS).

Márcio é morador de Tangará da Serra (240 km de Cuiabá) e foi diagnosticado há três meses com um tipo raro de câncer. Geovana França, prima dele, contou ao LIVRE que ele apresentou alguns poucos sinais.

Primeiro, começou a perder muito peso, cerca de 15 quilos, em um curto período. Inicialmente, devido a tantos exercícios, a família achou que era normal. Apenas depois passou a se preocupar. Márcio também sentia um incômodo do lado direito da barriga, perto do umbigo. No entanto, não procurou atendimento médico porque pensava ser normal, provocado pelos exercícios físicos.

Entretanto, nos últimos meses, começaram a aparecer algumas manchas em sua pele. Ele, então, resolveu procurar uma dermatologista. “Ele acabou contando para a médica sobre esse incômodo e ela percebeu que, de fato, tinha algo errado”, explicou. A médica o encaminhou para um clínico geral, que, ao analisar alguns exames, identificou um tumor e o encaminhou para um médico especializado.

Segundo a prima, do aparecimento das manchas à retirada do câncer, tudo aconteceu em apenas três meses. Mesmo em pouco espaço de tempo, a doença foi devastadora para Márcio, que tinha dificuldades de andar e se alimentar. Mesmo estando muito magro, ele ainda se sentia estufado.

[featured_paragraph]“A gente não sabia se era um tumor benigno ou maligno e só descobrimos quando ele veio para o Hospital de Câncer (Hcan), em Cuiabá, para fazer a biópsia, quando ele retirou esse tumor”, contou a prima. Conforme Geovana, Márcio foi internado no mesmo dia que fez a consulta no Hcan, porque o médico apontou que era caso de urgência.[/featured_paragraph]

O primeiro procedimento foi um corte na barriga, que foi de baixo do peito até a virilha. A prima explicou que, num primeiro exame, o tumor foi apontado como tendo o tamanho de uma laranja. Já no procedimento cirúrgico, o médico constatou que o câncer havia crescido e já estava equivalente a uma manga. Foi feita, então, a retirada do tumor, para passar pela biópsia.

“O tumor estava soltando um líquido e a qualquer momento podia estourar. Se estourasse, ele não tinha condições de vida”, explicou Geovana. O resultado da biópsia saiu na última quarta-feira (10), quando o câncer foi identificado como Adenocarcinoma do apêndice cecal, no apêndice, em grau dois.

Foto: Arquivo Pessoal

“É um câncer raríssimo e por isso ele não tem procedimento pelo SUS. E o médico falou que a chance dele sobreviver é fazendo quimioterapia, mas como um teste, porque ele [o médico] não sabe como o corpo dele [Márcio] vai reagir”.

Márcio precisará ser submetido a outro procedimento cirúrgico, que tem o custo estimado entre R$ 40 mil e R$ 50 mil. Como o gerente não possui plano de saúde e o SUS não oferta o processo, a família se organizou para fazer eventos beneficentes e uma vaquinha online, contando com o apoio de toda a sociedade.

“É complicado, porque eles não são daqui [Cuiabá] e acabam precisando de tudo. E o Márcio era o provedor da família, era o único que trabalhava na casa, tem dois filhos e a esposa. Então a gente se mobilizou”, explicou.

Para quem puder ajudar, o link da vaquinha está disponível AQUI. Quem preferir também pode fazer o depósito direto na conta do gerente, seguindo os dados abaixo:

Banco do Brasil
Márcio G. Bittencourt
Agência: 1321-8
Conta corrente: 8338-0

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