Após adoção de medidas socialistas, inflação na Argentina passa dos 40% em 2021

Devido à inflação, o poder de compra do cidadão argentino encolheu e a pobreza vem aumentando no país

As medidas adotadas na Argentina para tentar conter o avanço do coronavírus, como paralisação do comércio e da indústria e congelamento de preços, tiveram um impacto fortemente negativo na economia nacional. De acordo um estudo divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos, nessa quinta-feira (11), a inflação aumentou 42% nos país apenas neste ano.

Com o avanço da inflação, a população argentina perdeu drasticamente o poder de compra e o aumento da extrema pobreza nas camadas mais pobres também vem sendo registrado no país.

Produtos que mais ficaram caros

Entre os produtos que mais ficaram caros no país, lideram o ranking o segmento de vestuário e calçados e saúde.

No segmento de compras de mercado, o país não vem registrando altas expressivas devido ao congelamento de preços. Entretanto, alguns produtos já começaram a faltar nas prateleiras devido à medida estatal.

Crise política

Com a instabilidade da economia, uma forte crise política vem sendo registrada no país que já registra manifestações contra o presidente Alberto Fernández.

A popularidade do presidente socialista também vem derretendo e um eventual impeachment já é debatido no país.

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