|Quarta-feira, 23 maio 2018

    Apoio do DEM à reeleição de Pedro Taques não está garantido

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    Ednilson Aguiar/Olivre

    Júlio Campos

    Julio Campos: “Feijoada indigesta não atingiu o DEM”

    O ex-governador Julio Campos afirmou que a participação do DEM na aliança para a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) ainda não foi definida. Segundo o líder, o debate dentro do partido só terá início depois da reestruturação nacional e estadual da sigla, marcada para 8 de março. Nessa data, serão formadas as novas comissões provisórias que vão dirigir a sigla este ano, com participação dos novos filiados.

    “O DEM não está dentro da coligação ainda. Nunca esteve. Nosso compromisso foi apoiar Pedro Taques em 2014 e dar apoio ao mandato. A sucessão em 2018 é outro assunto”, afirmou Julio Campos ao LIVRE. “A coligação só será discutida dentro do partido quando a nova direção estiver atuando. É a nova executiva que vai negociar a participação do DEM nas eleições”, completou.

    Por isso, segundo ele, a chapa majoritária sugerida pelo governador para sua reeleição, durante o almoço com aliados no sábado (3), com Carlos Fávaro (PSD) novamente como vice e Nilson Leitão (PSDB) como candidato a senador – sem definição da participação do DEM – não prejudica o partido.

    “Essa feijoada indigesta não nos atingiu porque não definimos a atuação do DEM nas próximas eleições. Essa reunião foi mais para conciliar Taques com Leitão e Fávaro”, analisou. Ele afirmou, ainda, que seu irmão, o ex-senador Jayme Campos, participou do almoço apenas como amigo do governador, e não como representante do DEM.

    Jayme e Mauro
    Além de Jayme Campos, o DEM está na expectativa de receber a filiação do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB), de modo que a sigla trabalha com dois nomes para a chapa majoritária. Julio Campos e o deputado federal Adilton Sachetti (sem partido) também são opções consideradas.

    Ele admitiu a possibilidade de o partido encabeçar uma chapa ao governo. “Nada impede que o DEM tenha até mesmo candidato próprio ao governo e ao Senado, com Mauro Mendes e Jayme. Se o PSDB pode lançar Taques e Leitão, por que o DEM não pode?”, alfinetou.

    Jayme também disse que a definição sobre apoiar ou não a reeleição de Taques será feita pelo partido, em entrevista na Assembleia Legislativa nesta semana. O ex-senador acenou com a possibilidade de disputar o governo estadual ou o Senado.

    “Vou colocar meu nome à disposição do Democratas. Se o partido entender lançar meu nome a qualquer cargo na majoritária, estou à disposição”, disse Jayme. “Estou me desincompatibilizando [do cargo de secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande] não é para limpar terreno ou roçar meio-fio. Estou pronto para a guerra”, afirmou.

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