Apesar de dissidência, Taques diz que ainda tem muitos amigos

Taques destacou que está conversando sobre reeleição com amigos, base política e partidos

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Depois de assistir o afastamento da maioria de seus aliados de 2014, o governador Pedro Taques (PSDB) faz questão de enfatizar que ainda possui muitos amigos e que a candidatura à reeleição está sendo conversada com eles. “Nós estamos conversando com nossa base, com os amigos, muitos que nos restam, já que alguns passaram para o lado de lá”.

O lado de lá a que o governador se refere é a pré-candidatura de Mauro Mendes (DEM) ao governo do Estado. A dissidência foi atestada com uma carta assinada, em abril deste ano, por 31 ex-aliados de Pedro Taques. Nela, o grupo afirmou que as promessas da campanha de 2014 não foram cumpridas pelo agora tucano.

Entre os políticos que assinaram a lista estão o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), Otaviano Pivetta (ex-prefeito de Lucas do Rio Verde – PDT), Julio Campos (ex-governador – DEM), Zeca Viana (deputado estadual – PDT), Aldo Locateli (financiador das campanhas de 2010 e 2014), além do próprio Mauro Mendes.

A justificativa da perda de apoio, de acordo com Taques, é que ele não aceitou ser mandado. “Algumas pessoas acharam que eu seria menininho de recado, porque eu sou cuiabano, porque não sou empresário, não tenho dinheiro, sou só um servidor público. Acharam que poderiam mandar em mim. Eu converso com as pessoas, eu ouço as pessoas. Agora, no momento de decidir, quem decide sou eu”.

O mais recente a deixar de apoiar Pedro Taques e declarar apoio a Mauro Mendes foi Thiago França, que estava na atual gestão do Governo do Estado como presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran).

Além dos amigos, Taques destacou que está conversando com a base política, várias siglas e segmentos empresariais. Mas ele assegura que ainda não se decidiu sobre à reeleição e que tem até dia 05 de agosto -prazo para a realização das convenções- para tal.

Até a convenção do partido, o governador disse que segue administrando o Estado. “Mato Grosso não pode parar em razão de eleição. Estou preocupado em trabalhar bastante para que as necessidades possam ser superadas e o cidadão, cada dia mais, ter seus direitos respeitados”.

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