Antônio Galvan vai à Polícia Federal e diz que “meia-dúzia” tenta inibir manifestações

Presidente da Aprosoja Brasil estava acompanhado por apoiadores de Bolsonaro e reafirmou apoio às manifestações em Sete de Setembro

(Reprodução/Internet)

O presidente da Aprosoja Brasil, empresário Antônio Galvan, compareceu nesta segunda-feira (23) à Polícia Federal, em Sinop (505 km de Cuiabá), para ser ouvido como alvo da investigação que apura supostos crimes de “incitação à violência e de ataque ao estado de direito democrático”. 

Ele chegou à sede da polícia em grupo de produtores rurais e outros apoiadores do governo de Bolsonaro e subiu em um trator, empunhando uma bandeira do Brasil, para mostrar oponência diante de uma situação que classificou como “tentativa de intimidação”, na sexta-feira (20). 

O comboio puxado pelo líder do agronegócio se concentrou em frente ao prédio da Polícia Federal, e em uma fala rápida o empresário agradeceu o apoio das pessoas que se manifestaram a seu favor desde a deflagração da operação policial e afirmou que existe uma “meia-dúzia” de pessoas que tentam inibir manifestações no Brasil. 

“Não é meia-dúzia que vai nos intimidar de defender o nosso país, a liberdade de todos os brasileiros. Temos aí nosso país vizinho [Argentina] em que a população está fugindo de lá. Um país como o Brasil deixar acontecer isso? De jeito nenhum. Quero agradecer todos vocês pelo apoio”, afirmou. 

Antônio Galvan é um dos alvos dos mandados de busca e apreensão ordenado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Também estão na lista o cantor sertanejo Sérgio Reis e o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ).  

As ordens de apreensão foram cumpridas nas casas dos investigados. No caso de Galvan, na residência em Sinop. Os policiais, segundo ele, foram recebidos pela sua filha, mas “nada encontraram e nada levaram” do local. 

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