Alvo da Operação Quadro Negro já havia sido preso em agosto

Francisvaldo Pereira de Assunção foi um dos investigados da Operação Fake Delivery

na Operação Fake Delivery, a PRF foi responsável pela prisão do ex-secretário-adjunto (Foto: PRF-MT)

Francisvaldo Pereira de Assunção, um dos presos da Operação Quadro Negro, deflagrada na manhã desta terça-feira (22), já havia sido preso em agosto deste ano. Na ocasião, ele era alvo da Operação Fake Delivery, que tinha como alvo um esquema de fraude na compra de material para escolas indígenas de Mato Grosso.

Ex-secretário-adjunto de Administração Sistêmica da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), agora ele é suspeito de participar de um esquema de desvio de mais de R$ 10 milhões que seriam destinados a compra de lousas digitais para escolas de educação básica.

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Francisvaldo já foi levado para a sede da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz).

Além dele, foram detidos em Cuiabá os ex-presidentes do Centro de Processamento de Dados do Estado (antigo Cepromat), hoje Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), Wilson Celso Teixeira, o Dentinho, e Djalma Soares; assim como Edevamilton de Lima Oliveira, fiscal do contrato.

O empresário dono de factoring Valdir Piran e Weydson Soares Fonteles foram detidos em Brasília. No caso de Piran, como se trata de prisão preventiva, ele não deve ser trazido para Cuiabá.

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