Alunos do Cena Livre realizam primeiro festival de teatro nos dias 11 e 12 de julho

Todos as esquetes foram idealizadas e produzidas pelos próprios integrantes do curso de extensão

Performance Oh Senhor Cidadão Souletrando

O Grupo Cena Livre de Teatro realizará seu primeiro Festival de Cenas Curtas nos dias 11 e 12 de julho, às 19h30 no Teatro Universitário. O evento contará com apresentações dos integrantes do Curso de Extensão em Artes Cênicas da UFMT e marca o encerramento do primeiro semestre de atividades do grupo. A entrada é 1 litro de leite longa vida.

Todos as esquetes que serão apresentadas no evento, foram idealizadas e produzidas pelos próprios integrantes do curso de extensão. Divididos em núcleos, as produções abordam temas e gêneros variados: comédias, distopias, monólogos e musicais derivados dos experimentos e oficinas realizadas nos últimos meses do projeto de extensão.

Benone Lopes em cena (foto de Humberto Araújo)

O desenvolvimento dos processos contou com o auxílio do oficineiro Benone Lopes Moraes, integrante da Solta Cia. de Teatro. Além da orientação de Leosan Sampaio na preparação de elenco; Leandro Brito, na pesquisa de dramaturgia; colaboração da Solta Cia. de Teatro, grupo Teatro Fúria e Confraria H. Durante as oficinas de teatro, que ocorrem aos sábados no Centro Cultural da UFMT, Benone pôde compartilhar e guiar os aprendizes nas produções.

“A criatividade e o envolvimento dos alunos foram visíveis desde os primeiros dias. Lembro-me que foi um começo de ano bem atarefado, mais de 100 alunos nas primeiras aulas. Mas depois percebemos que não só as nossas estratégias estavam bem encaminhadas, como os alunos responderam com muita velocidade aos nossos estímulos. Por isso creio que será um grande festival de esquetes com muita qualidade e criatividade”, afirmou Benone, que também assina a direção geral do festival de esquetes.

Além de ser uma vitrine para mostrar os trabalhos do grupo durante o primeiro semestre, o Festival de Cenas Curtas será o primeiro trabalho de muitos integrantes. “No início deste ano, tivemos o prazer de abrir nosso primeiro processo seletivo para novos integrantes. Ter mais de 300 inscrições mostrou que nosso trabalho está crescendo e sendo reconhecido”, afirmou Fabíola Karen, veterana do grupo.

Para o estreante Celso (Celso de quê?), o Festival estará recheado de reflexões acerca da instabilidade do país, bem como existenciais e subjetivas, expressas em diferentes formatos. “O grupo aposta alto nas forças vivas como conteúdo de encenação, e deixa claro que, para que haja teatro, são integrantes fundamentais os atores e a plateia numa troca de comunicação e empatia. Trata-se de uma construção que, acima de tudo, é pensada para o público, para que o momento seja agradável para as pessoas”, afirma Celso.

Um marco para o grupo é a sua estreia no Teatro Universitário da UFMT. Um dos maiores do Brasil, o espaço será ocupado pelos aprendizes, que terão a oportunidade de experimentar e trabalhar em um palco clássico, de formato italiano, com mais possibilidades cênicas, iluminação e sonoplastia profissionais.

 

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