ALMT assina contratos de quase R$ 3 milhões para compra de móveis e material de expediente

Foram seis contratos, sendo um para mobiliário e cinco para aquisição de material de expediente

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso firmou seis contratos nos últimos dias de maio, sendo um para fornecimento de mobiliário e cinco para aquisição de material de expediente, que juntos totalizam quase R$ 3 milhões. Os documentos foram assinados pela presidente interina Janaina Riva (MDB) e pelo primeiro secretário Max Russi (PSB) e têm validade de 12 meses.

Formalizado com a empresa Milanflex Indústria e Comércio de Móveis e Equipamentos em 28 de maio, o contrato para aquisição de mobiliário como mesas, armários e cadeiras para atender a demanda do Legislativo tem o valor global mais alto, de R$ 2,3 milhões.

Já os cinco contratos para fornecimento de material de expediente, assinados entre 24 e 29 de maio, totalizam quase R$ 670 mil. Entre eles, o que representa o maior custo para os cofres públicos, num total que pode chegar a R$ 248 mil, diz respeito à entrega de papel, que será feita pela empresa Luasi Papeis e Livros.

Com a empresa Comercial Prime de Móveis, a Assembleia Legislativa prevê a aquisição de mais de 30 mil canetas, cinco mil borrachas e lápis pretos, almofadas e tintas para carimbo, apagadores, pilhas, envelopes, entre outros, num valor que pode chegar a R$ 206 mil.

Também foi assinado um contrato de R$ 127,4 mil com a empresa Elaine Clementino Carnauba para fornecimento de até 600 mouses, 900 teclados, 40 fitas cassete, 100 controles remeto e 100 cartões de memória.

Já com a Brivia Comércio de Máquinas Industriais o Legislativo estadual formalizou documento que prevê a aquisição de mais de 15 mil tipos de cola, 13,3 mil cestos de lixo, além de apoios para pulso, barbantes e pincéis, por um valor que pode chegar a R$ 76,5 mil.

O quinto contrato foi assinado com a Sete Comércio e Serviços para fornecimento de até 1,5 mil copos de plástico de primeira linha e 500 mexedores descartáveis de café para Casa, a um custo global de R$ 9,4 mil para os cofres públicos.

Outro lado

Ao LIVRE, a Assembleia Legislativo afirmou que houve economia na aquisição desses materiais quando comparados aos anos anteriores. Além disso, ressaltou que os processos licitatórios foram realizados na modalidade “registro de preço”, quando existe a previsão de compra, mas o valor global do contrato pode não ser atingido.

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