Alimentos que curam ou pioram doenças? Veja três mitos ou verdades

Mel, leite e vitamina C. Afinal, será que eles podem mesmo alterar nossa imunidade quando estamos doentes?

(Foto: Pixabay)

Você com certeza já ouviu falar em imunidade baixa. E que, quando isso ocorre, seu corpo fica mais vulnerável a doenças, em especial as infecciosas. Tudo isso é verdade, mas quando esse assunto vem à tona, surgem uma série de afirmações e receitas para aumentar essa imunidade.

Para desmistificar se mudar sua dieta vai mesmo te fazer mais resistente aos vírus e bactérias, o LIVRE reproduz essa lista produzida pelo site Adidas Runtastic.

1. Vitamina C

Sim, ela é necessária para o corpo funcionar bem. E doses extras dela – maiores de 200 mg – até ajudam a reduzir o tempo de duração dos sintomas e a gravidade de uma gripe. Mas não existe comprovação de que ela seja eficaz em evitar a doença.

Onde encontrar? Você não precisa de pastilhas efervescentes.

  • Pimentão (140 mg por 100 g)
  • Couve de Bruxelas (110 mg por 100 g)
  • Brócolis (95 mg por 100 g)
  • Frutas cítricas (50 mg por 100 g)

2. Leite e coriza

Muita gente acredita que tomar leite durante um resfriado pode não ser uma boa ideia. A sensação é que o produto aumenta a produção de muco no corpo e, consequentemente, da coriza e tosse carregada.

Mas a verdade é que os pesquisadores ainda não chegaram a uma conclusão sobre isso. O que se sabe é que o “revestimento” que fica na boca e garganta após a ingerir a bebida – seja ela de origem animal ou vegetal – é causado pela gordura que ela possui.

3. Mel para dor de garganta

Ele não é capaz de curar uma doença ou de aumentar a imunidade do corpo. Mas, sim, o mel é anti-inflamatório, antibacteriano e antisséptico. Por conta disso, funciona muito bem para o alívio da tosse, por exemplo.

E essa afirmação já foi comprovada cientificamente. Pesquisadores israelenses fizeram um estudo com 300 crianças de 1 a 5 anos. Todas tinham tosse noturna e dificuldade para dormir por conta de infecções respiratórias.

Parte delas recebeu 10 g de mel antes de dormir. Outra parte um placebo, visivelmente parecido com mel. O resultado é que os pais das crianças que tomaram o mel de verdade relataram alívio dos sintomas.

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