Acusado de matar a ex-companheira tem prisão domiciliar negada

Benefício foi concedido no início da pandemia da covid-19, mas foi revogado devido ao atual cenário da covid-19, no Estado

(Foto: Divulgação)

A Comarca de Juína (735 km de Cuiabá) negou a reconsideração da decisão que revogou a prisão domiciliar de Ângelo Érico Pimentel. O preso é acusado de matar a ex-companheira, Rosana Borges Neves, em setembro de 2018.

O juiz Vagner Dupim Dias pontuou em sua decisão que, por conta da pandemia da covid-19, foi concedida a prisão domiciliar ao acusado. Contudo, o benefício foi revogado diante do atual cenário pandêmico e foi retomada a prisão preventiva.

Ao fazer o requerimento de reconsideração, a defesa de Ângelo não apresentou elementos novos para justificar uma o retorno para a prisão domiciliar.

Dias frisa ainda que, ao analisar os autos processuais e as decisões anteriores que resultaram na manutenção da prisão do acusado, não há alteração no cenário que possa justificar essa reconsideração.

Por fim, o magistrado frisa que a segregação de Ângelo é necessária para garantir a ordem pública, devido a gravidade do crime cometido.

A decisão foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) dessa quinta-feira (4).

O crime

Rosana foi morta após o término do relacionamento com o acusado (Foto: Divulgação)

Rosana tinha 31 anos e foi morta por Ângelo que não aceitava o término do relacionamento. O assassinato aconteceu na casa da vítima, em Castanheira ( a 779 km de Cuiabá), na madrugada de 18 de setembro de 2018.

De acordo com as investigações, o acusado invadiu a residência e atirou contra Rosana. A mulher ainda teria gritado por socorro.

Após o crime, Ângelo fugiu e foi preso em 10 de novembro do mesmo ano, na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade (a 1.276 km da Capital).

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