Acidentes de trânsito envolvendo postes cresceram em 2020

1.265 motoristas bateram em postes de energia no ano passado

A falta de atenção no trânsito pode ter sido um dos fatores que levou 1.265 motoristas a se envolverem em acidentes com postes em 2020, um número 0,5% maior que em 2019, segundo dados da Energisa Mato Grosso. Cuiabá foi o município com maior índice registrado no ano passado, seguido por Sinop, Rondonópolis, Várzea Grande, Sorriso e Barra do Garças.

Somente em janeiro deste ano, a empresa já registrou 66 ocorrências relacionadas a colisões em postes dentro da sua área de concessão. O impacto da batida pode gerar graves consequências ao motorista e aos passageiros e ainda oferece risco de choque elétrico, principalmente se o poste cair por cima do veículo ou envolver rompimento de cabos.

A rede de distribuição da Energisa é equipada com tecnologia de proteção para desativar o fornecimento de energia em caso de interferência nos cabos ou postes, no entanto, mesmo assim, há riscos quando ocorre uma colisão.

A recomendação da empresa nesses casos é que as pessoas envolvidas no acidente não saiam do veículo e as que estiverem passando pela via não se aproximem.

“São inúmeros os prejuízos causados pelos acidentes envolvendo postes, mas, um dos mais graves é o risco de choque. Por isso, orientamos que em situações como essa, entrem em contato imediatamente para a Energisa ou com o corpo de bombeiros, e permaneçam dentro do carro até que as equipes especializadas realizem os procedimentos necessários e não haja risco de perigo com a rede elétrica”, explica o Coordenador de Saúde e Segurança da Energisa Mato Grosso, Victor Hugo de Amorim Oliveira.

Além desses problemas, acidentes também podem comprometer a distribuição de energia da região próxima à ocorrência. Em 2020, de acordo com a distribuidora, 234 mil clientes tiveram o fornecimento de energia impactado pelas ocorrências envolvendo colisões.

“A substituição de um poste pode levar entre quatro e oito horas, aproximadamente, a depender da localidade e acesso, tipo e quantidade de estruturas e equipamentos envolvidos, por isso, mesmo que o impacto da batida não interrompa o fornecimento na hora, precisamos realizar um desligamento emergencial para efetuar o serviço. Existem casos em que o dano à rede é tão grave que é necessário trocar mais de um poste. Mesmo com nossa tecnologia para minimizar a quantidade de clientes atingidos, a região mais próxima da ocorrência vai ficar comprometida durante esse intervalo de tempo”, explica o Gerente de Construção e Manutenção da Energisa Mato Grosso, Roger Gissoni.

(Com informações da Assessoria)

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