“Acho que o Brasil tinha que ter um partido nazista reconhecido por lei”, diz Monark no Flow

Ao defender a liberdade de expressão, o apresentador acabou defendendo a existência de um partido nazista

(Foto: reprodução)

O apresentador do podcast Flow, Bruno Aiub, conhecido como Monark, afirmou que o Brasil deveria permitir a existência de um partido nazista. A declaração foi dada nessa segunda-feira (7), durante o último programa.

De acordo com o apresentador, como o Brasil já permite a existência de outros partidos de extrema esquerda, como PCdoB, também deveria ser permitido a criação de um partido nazista.

A declaração aconteceu durante um bate papo com os deputados federais Kim Kataguiri (Podemos) e Tabata Amaral (PSB). Na ocasião, o tema da mesa eram as ideias extremistas que são debatidas no Brasil.

Direito de ser antissemita

Monark é conhecido por acreditar na liberdade plena de opinião, mesmo não concordando com ela.

De acordo com o apresentador, agir com uma conduta racista é errado, mas não deveria ser proibido por lei.

“Se um cara quisesse ser anti-judeu, eu acho que ele tinha o direito de ser”, disse Monark no programa.

O que diz a lei?

No Brasil, conforme o artigo 1º da Lei 7.716/89, é considerado crime fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas e objetos de divulgação do nazismo.

Caso a Justiça entenda que o apresentador defendeu a conduta nazista, Monark poderá pegar até 3 anos de prisão em regime fechado.

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