ABR apresenta resultados de sustentabilidade na COP 26

A presidente do setor, Margareth Buzetti, apresentou dados e cases do ponto de vista ambiental, social e econômico

(Foto: Assessoria)

A presidente da Associação Brasileira da Reforma de Pneus (ABR), Margareth Buzetti, apresentou nesta quinta-feira (4), durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 – COP 26, os pilares de sustentabilidade que o setor tem trabalhado para contribuir com a redução da emissão de CO2.

A presidente esteve ao lado do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, do secretário de Qualidade Ambiental do Meio Ambiente, André́ França, em transmissão ao vivo para o estande do Brasil em Glasgow e nas redes sociais do Ministério.

De Brasília, Margareth falou para Glasgow e apresentou cases do ponto de vista ambiental, social e econômico. “Somos um setor essencialmente sustentável que evitou, em dez anos, 26 milhões de toneladas de CO2 em emissões no Brasil e o gasto de 5 bilhões de litros de petróleo”, explicou Margareth.

No segmento de carga, o pneu reformado atinge cerca de 65% do total dos equipamentos rodantes. Com isso, é inegável a relevância do setor de reforma de pneus para a economia do segmento de transportes.

O pneu reformado oferece rendimento quilométrico semelhante ao pneu novo, mas com um valor 75% mais econômico para o consumidor, o que apresenta uma redução de 57% no custo/km para o setor de transporte. O pneu é o segundo maior custo de uma transportadora, atrás somente do combustível.

Como se reforma, em média, duas vezes cada pneu, gerando três vidas para a carcaça, a reforma de pneus permite a maximização do retorno sobre o investimento em pneus. “Quase 70% da riqueza brasileira é transportada por meio das rodovias. Só́ este número já́ demonstra a importância desse modal para a economia do país. Pouco menos de dois terços dos pneus de caminhões ou ônibus que circulam pelo país são reformados, temos uma economia ao setor de transportes de R$ 7 bilhões ano, em média”, ressaltou a presidente.

Para a fabricação de um pneu comercial novo, são utilizados 79 litros de petróleo, enquanto, um pneu reformado, consome 29 litros. Já́ nos pneus de carros de passeio, a fabricação de um novo leva 27 litros, e um reformado, apenas 9 litros.

Essa diferença possibilitou, em dez anos, uma economia de mais de 5 bilhões de litros de petróleo, o que significa que 26 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser emitidos na atmosfera, também em dez anos.

Arrecadação e empregos

O setor de reformas também é essencial na arrecadação e na geração de empregos.
O segmento fatura R$ 5 bilhões/ano (considerando as unidades Reformadoras de pneus, os Fabricantes de Matéria-prima, de Máquinas e Equipamentos), o que gera uma arrecadação de R$ 1 bilhão em impostos (300 milhões/ano de PIS e COFINS; R$ 500 milhões/ano de ICMS e R$ 200 milhões/ano de INSS).

A reforma de pneus gera, ainda, mais de 250 mil empregos diretos e indiretos, sendo a maioria em microempresas e empresas de pequeno porte.

“É por esses motivos que a ABR se orgulha de representar este setor que é tão essencial para a economia do País e para a sustentabilidade do nosso planeta”, conclui Margareth Buzetti, presidente da ABR.

A Associação Brasileira de Reforma de Pneus, ABR, representa o setor de reformas de pneus desde 1985, ano de sua fundação, congregando reformadores, fabricantes de matéria-prima, máquinas e equipamentos.

(Da Assessoria)

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