Justiça

Abilio deve decretar calamidade por causa das chuvas e pagar auxílio para famílias mais afetadas

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Reinaldo Fernandes

O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini deve decretar calamidade pública temporária para socorrer pessoas em áreas de risco atingidas pela chuva. Ele disse hoje (13) que o levantamento inicial identificou 150 famílias que tiveram as casas alagadas ou moram em locais com risco de alagamento.

Mas esse número pode ser maior. A prefeitura não tem um histórico dos bairros com pontos mais críticos nem um levantamento preciso de quantas pessoas vivem anualmente, no período das chuvas, com alagamento.

“Tivemos reclamação de pessoas nos bairros São Mateus, El Dourado, em parte do Boa Esperança, e ontem nem teve uma chuva histórica, foi só um alerta, que poderia ter sido evitado se a cidade tivesse sido limpa devidamente, os bueiros desobstruídos. Mas, para se ter uma ideia, recebemos a prefeitura sem sequer um contrato para a limpeza nessa situação”, disse Abilio.

A Defesa Civil de Cuiabá faz um levantamento da situação e o relatório embasará o decreto de calamidade temporária, que deve ser publicado nos próximos dias. Ele também servirá para a criação de um projeto de lei que cria auxílio financeiro emergencial para as pessoas em situação mais vulnerável.

“Nós sabemos que 150 estão em áreas de risco, esse número pode ser maior e só saberemos disso depois que a Defesa Civil concluir o levantamento. E dessas pessoas algumas estão situação mais vulnerável, porque vivem em situação mais precária. Vamos dar auxílio emergencial para elas”, afirmou.

Segundo o prefeito, o plano inicial é que seja paga uma parcela de R$ 1 mil para as pessoas mais atingidas de forma rápida. O pagamento depende da aprovação de um projeto de lei pela Câmara dos Vereadores.

De imediato, a prefeitura tenta uma parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social (Setasc) para que as famílias recebem sacolão de alimentos e sejam assistidas em outras necessidades básicas. A cooperação também depende do levantamento da Defesa Civil.

Ainda segundo o prefeito, o decreto de calamidade deve permitir que sejam feitas contratações imediatas de empresas para limpar locais de enxurradas e beira de córrego e rios.

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