A MP do Iphan

Servidores federais vivem dias de indecisão

Em vigor desde março, a Medida Provisória 878/2019, que prorrogava os contratos temporários de pessoal no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), perdeu a validade na quarta-feira (24). A MP foi aprovada em comissão mista, mas não chegou a ser analisada nos plenários da Câmara e do Senado.

Com a MP foi possível ao Iphan continuar suas atividades e fazer uma transição tecnicamente mais segura entre a força de trabalho que sairia do órgão e os novos servidores efetivos aprovados no mais recente concurso, em 2018.

Com a autorização para a convocação, assinada pelo Ministério da Economia em 24 de abril de 2019, o Iphan passou a contar com a força de trabalho de 280 novos servidores efetivos.

No Estado do Mato Grosso, havia um servidor temporário, que também foi aprovado no concurso de 2018 e passou a integrar o quadro da superintendência local, juntamente com outros cinco novos servidores.

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