|terça, 21 agosto 2018

    A beleza do simples bater de asas de uma borboleta e o co-determinismo

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    Aroldo Maciel

    Hoje resolvi responder aos amigos sobre a minha última entrevista, na qual respondo sobre minhas crenças em relação ao aquecimento global e sua correlação com os vulcões e terremotos. Antes de tudo, gostaria de deixar claro que eu leio muito e, em geral, minhas respostas são dadas com base em algo já publicado.

    Em uma das minhas respostas, eu disse que “sim, acredito que as atividades dos vulcões e os terremotos podem estar ligados ao aquecimento global – e que isso é um sinal de que nosso planeta está vivo”.

    Claro que isso também não é uma ideia minha, mas recebi diversas críticas e agressões sobre essas teorias. Um estudo publicado recentemente diz o seguinte: “Vulcões atuam como resfriadores naturais da atmosfera, por conta do dióxido de enxofre expelido em grande quantidade. Pequenas partículas de ácido sulfúrico que se formam, quando o gás se combina ao oxigênio na camada superior da atmosfera, podem permanecer por muitos meses, formando um escudo que reflete a radiação solar para fora da superfície terrestre e reduzindo as temperaturas, o que contribui para uma minimização do avanço do aquecimento global. Fonte https://goo.gl/jJByJ3.

    Então em uma de minhas respostas, quando disse que todos sabemos, me referia aos que estão de olho em publicações relacionadas aos terremotos e vulcões, principalmente os países que têm uma grande quantidade deles em suas paisagens.

    Logicamente o que deixou um desconforto deve ter sido minha crença mais polêmica, em relação à teoria do matemático Edward Lorenz, Teoria do Caos ou efeito borboleta, que uma vez citada sem mencionar o Lorenz, parece mesmo ser loucura, mas acreditem, a teoria existe e, é muito comum. Quando eu digo que tudo está correlacionado é uma forma delicada de dizer que mesmo a teoria do “caos” foi utilizada para descrever e entender fenômenos meteorológicos, crescimento de populações, variações no mercado financeiro e, o mais polêmico, estudo dos movimentos de placas tectônicas.

    O exemplo mais conhecido aconteceu em 19 de fevereiro de 1998. Em um de seus monitoramentos, Lorenz percebeu uma pequena alteração nos computadores do sistema de previsão de tempestades tropicais dos Estados Unidos. Estava prevista uma tempestade tropical sobre Louisiana em três dias, mas um meteorologista na região do Pacífico descobriu que havia uma pequena diferença nas medições executadas, e que estas poderiam prever uma pequena diferença no deslocamento das massas de ar. A diferença foi detectada através de uma movimentação do ar em maior velocidade na região do Alasca. Em função das diferenças, houve uma realimentação de dados nos computadores que, refazendo os cálculos, previram que a formação da tempestade tropical em Louisiana não ocorreria, mas haveria sim a formação de um tornado de proporções gigantescas em Orlando, na Flórida, o que realmente ocorreu em 22 de fevereiro de 1998. Fonte wink – https://goo.gl/DJc7QC.

    O problema é que, durante todo esse tempo, descobri que existem interesses que tornam difícil propor algo novo. Acredito serem necessários muitos anos até que alguém importante leve adiante essa proposta, nem tão nova assim.

    Entendo que a academia queira um formato final de cálculos para eventos dinâmicos de complexidade adaptativas e que estão ligadas a variáveis ainda não mensuráveis.

    Entendo que os formatos válidos foram criados para uma compreensão de uma minoria. E uma maioria ou os que realmente se importam pelo risco de suas vidas, aguardam informações entregues por meios televisivos e censurados.

    ………………………………………………..
    La belleza del simple golpe de alas de una mariposa y el co-determinismo

    Hoy dia eleji contestar a los amigos sobre mi última entrevista en el programa de Lared El Show en la RED, en la que contesté sobre mis creencias en relación al calentamiento global y su correlación con los volcanes y terremotos. En primer lugar, quiero dejar claro que leo mucho y, en general, mis respuestas se dan sobre la base de algo ya publicado.

    En una de mis respuestas, dije que “sí, creo que las actividades de los volcanes y los terremotos pueden estar vinculados al calentamiento global, y que eso es una señal de que nuestro planeta está vivo”.

    Claro que eso tampoco es una idea mía, pero he recibido varias críticas y agresiones sobre esas teorías. Un estudio publicado recientemente dice lo siguiente: “Los volcanes actúan como enfriadores naturales de la atmósfera, debido al dióxido de azufre expelido en gran cantidad. Las pequeñas partículas de ácido sulfúrico que se forman, cuando el gas se combina al oxígeno en la capa superior de la atmósfera, pueden permanecer por muchos meses, formando un escudo que refleja la radiación solar fuera de la superficie terrestre y reduciendo las temperaturas, lo que contribuye a una minimización del avance del calentamiento global. fuente https://goo.gl/jJByJ3.

    Entonces en una de mis respuestas, cuando dije que todos sabemos, me refería a los que están de ojo en publicaciones relacionadas con los terremotos y volcanes, principalmente los países que tienen una gran cantidad de ellos en sus paisajes.

    Lógicamente, lo que dejó una molestia debe haber sido mi creencia más polémica, en relación a la teoría del matemático Edward Lorenz, Teoría del Caos o efecto mariposa, que una vez citada sin mencionar el Lorenz, parece incluso ser locura, pero creen, la teoría existe y es muy común. Cuando digo que todo está correlacionado es una forma delicada de decir que incluso la teoría del caos se utilizó para describir y entender fenómenos meteorológicos, crecimiento de poblaciones, variaciones en el mercado financiero y, el más polémico, estudio de los movimientos de placas tectónicas .

    El ejemplo más conocido se produjo el 19 de febrero de 1998. En uno de sus monitoreos, Lorenz percibió un pequeño cambio en las computadoras del sistema de previsión de tormentas tropicales de Estados Unidos. Se prevé una tormenta tropical sobre Luisiana en tres días, pero un meteorólogo en la región del Pacífico descubrió que había una pequeña diferencia en las mediciones ejecutadas, y que éstas podrían prever una pequeña diferencia en el desplazamiento de las masas de aire. La diferencia fue detectada a través de un movimiento del aire a mayor velocidad en la región de Alaska. En función de las diferencias, hubo una retroalimentación de datos en las computadoras que, refiriendo los cálculos, predijeron que la formación de la tormenta tropical en Luisiana no ocurrir, pero sí habría la formación de un tornado de proporciones gigantescas en Orlando, en la Florida, lo que realmente se produjo el 22 de febrero de 1998. Fuente wink – https://goo.gl/DJc7QC.

    El problema es que durante todo ese tiempo he descubierto que hay intereses que hacen difícil proponer algo nuevo. Creo que es necesario muchos años hasta que alguien importante lleve adelante esa propuesta, ni tan nueva así.

    Entiendo que la academia desea un formato final de cálculos para eventos dinámicos de complejidad adaptativa y que están ligadas a variables aún no mensurables.

    Entiendo que los formatos válidos de la ciência actual, se crearon para una comprensión de una minoría licenciada. Y los que realmente se preocupan por el riesgo de sus vidas, aguardan informaciones entregadas por medios televisivos y censurados.

    “El mayor enemigo del conocimiento no es la ignorancia, es la ilusión del conocimiento.” – Stephen Hawking

    Assinatura Coluna Aroldo

     

    COMENTÁRIOS

    1. “El mayor enemigo del conocimiento no es la ignorancia, es la ilusión del conocimiento.”
      Como dice esta frase, lo malo no es ignorar, lo malo es creer que se sabe algo que se desconoce. Es lo que le ocurre al sr. Maciel: no es consciente que es un completo ignorante.

      • Perdone Sra o Srta, pero sus comentarios están fuera de lugar,somos adultos responsables de creer o no lo que decidamos y no porque Ud crea que es lmSr Mariel café de conocimiento,tenemos que coincidir con sus opiniones

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