Cidades

Corpo de brasileira morta no Paraguai é velado em Pontal do Araguaia

Foto de Camilla Zeni
Camilla Zeni

O corpo da estudante brasileira Érika de Lima Corte, de 29 anos, morta na madrugada de segunda-feira (20) dentro de casa, no município de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, chegou em Mato Grosso na manhã desta terça-feira (21). O velório começou no final da manhã, em Pontal do Araguaia (525 km de Cuiabá), onde foi servidora municipal. A jovem é filha do ex-prefeito do município, Raniel Corte, e da ex-secretária municipal de Educação, Marleide de Lima Corte.

De acordo com informações do G1, o corpo da estudante foi liberado na noite de segunda-feira e trazido a Mato Grosso na manhã desta terça-feira, em um avião particular, que decolou de Dourados por volta das 6h com destino a Primavera do Leste.

O pai da jovem, ex-prefeito Raniel Corte, esteve no Paraguai nesta segunda-feira, onde falou com o delegado que investiga o assassinato. Ao LIVRE, ele negou que algum dos suspeitos já tivesse sido preso. No entanto, confirmou que a polícia já identificou os possíveis autores do crime.

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Érika foi encontrada morta, dentro de casa, pela colega de quarto. Conforme as informações, foram encontrados 19 sinais de facas, sendo que duas perfurações teriam sido mais profundas.

Na cena do crime, muito sangue foi encontrado. O corpo da estudante estava com a cabeça tampada por um pano branco. Havia sinais de que ela também teria sido arrastada. Outras informações dão conta de que uma peça íntima foi encontrada perto do corpo. O objeto levantou a suspeita de quem ela também poderia ter sido vítima de estupro.

A previsão é de que o velório da estudante se estenda até as 16h, seguido pelo sepultamento. No município, a prefeitura decretou, na segunda-feira, luto oficial de três dias.

Suspeitos
Conforme as informações de sites locais, três suspeitos foram apontados no caso. O primeiro seria um eletricista que havia prestado serviços para a estudante. A dona do imóvel onde a jovem morava, que tem uma tenda, contou que ele esteve no local horas.

Outros dois suspeitos seriam estudantes da faculdade onde Érika estudava. Segundo as informações, a jovem teria se encontrado com os dois no dia em que foi morta. Não há comprovação, porém, de que algum deles esteve, de fato, no local do crime.

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