Eleições 2018Mato Grosso

Jayme descarta adesão de PP e PTB, mas articulações continuam nos bastidores

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Laíse Lucatelli

O candidato a senador Jayme Campos (DEM) descartou a possibilidade de o PP e o PTB integrarem a coligação, que tem Mauro Mendes (DEM) como candidato a governador de Mato Grosso. Oficialmente, as duas siglas apoiam Wellington Fagundes (PR) ao governo. Jayme afirmou que, com a realização da convenção partidária, na manhã deste sábado (4), a coligação está definida.

“A coligação está fechada. O PP está com Wellington e o PTB também não está na nossa aliança. Eles não virão mais”, sentenciou Jayme ao LIVRE, logo depois da convenção. Na tarde de sexta-feira (3), Jayme definiu sua chapa tendo como primeiro suplente o deputado federal Fabio Garcia (DEM) e como segunda suplente a ex-primeira-dama de Barra do Garças Maria Cândida Farias (MDB), mãe do atual prefeito do município, Beto Farias (MDB).

O outro candidato a senador da coligação é Carlos Fávaro (PSD), que tem o grão-mestre da maçonaria, Geraldo Macedo (PSD), e o ex-secretário de Estado José Lacerda (MDB) como primeiro e segundo suplentes de sua chapa. Completam a chapa majoritária Mauro Mendes como candidato a governador e Otaviano Pivetta (PDT) como vice.

Articulações a todo vapor

Apesar da declaração do ex-senador, nos bastidores as negociações com o PP continuam. A definição deve ser feita até a convenção da sigla, na tarde de domingo (5). A reportagem apurou que está em curso uma articulação para que a empresária Margareth Buzetti (PP) seja candidata a suplente na chapa de Jayme. Se a aliança se confirmar, ela deve entrar na vaga de Fabio Garcia que, nessa circunstância, retomaria a candidatura de deputado federal.

Garcia surpreendeu o meio político ao anunciar, na sexta-feira (4), a decisão de desistir da reeleição e concorrer como suplente de Jayme, além de coordenar a campanha de Mendes, seu padrinho político. O deputado teria tomado essa decisão, entre outros motivos, para ajudar na composição de Mendes. O presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente nacional do partido, Antonio Carlos Magalhães Neto, ainda pressionam para que ele retome a candidatura de deputado federal.

Com a desistência dele, o DEM lançou o ex-reitor da Unemat Adriano Silva como pré-candidato a deputado federal. Inicialmente, ele seria candidato a deputado estadual. Com base eleitoral em Cáceres, Adriano deve enfrentar dois fortes candidatos na região Oeste, Leonardo Albuquerque (SD), que está na aliança do governador Pedro Taques (PSDB), e Ezequiel Fonseca (PP), que ainda está com Wellington Fagundes.

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