Em oito meses de investigação da Operação Rêmora, que apura cobrança de propina na Secretaria de Estado de Educação, apenas dois empresários fecharam acordo de delação premiada: Giovani Guizardi e Luiz Fernando da Costa Rondon. O primeiro é acusado de chefiar o núcleo de empresários e foi preso na primeira fase da operação. Rondon, desde o início, confessou a sua participação. Dos quatro núcleos detalhados na denúncia do Ministério Público, divididos em operações, lideranças, agentes públicos, além dos empresários, apenas este último abriu o bico. Porém, o que mais intriga é a parte que envolve os ex-servidores, todos já exonerados. Ninguém narra detalhes, o que, de certa forma, amarra as investigações.
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