O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini negou que o ex-secretário de Educação, Amauri Monge, tenha sido indicado a ele pelo governador Otaviano Pivetta. Também disse que não vê relação política entre os dois, por causa proximidade de Pivetta com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) nos anos vice-governador.
“Eu não vejo o Amauri como próximo do Pivetta. Estive com o Pivetta várias vezes e acho que raríssimas vezes toquei no assunto de Amauri com Pivetta. Muita gente que o Pivetta tinha sido indicado o Amauri, mas não foi. Não tem nada a ver uma coisa com a outra”, disse.
O advogado Amauri Monge era servidor da Seduc quando foi convidado a assumir a Educação de Cuiabá. Na época, Abilio disse que Amauri estava sendo transferido após uma negociação com o governo, mas sem especificar se haveria alguma relação política entre eles.
Essa relação voltou a ser especulada desde a semana passada com a denúncia do próprio prefeito sobre suposta fraude de R$ 70 milhões na Secretaria de Educação de Cuiabá em compra de livros didáticos. O contrato foi assinado na época da gestão de Amauri, que deixou o cargo no fim de março deste ano.




