Cuiabá teve frustração de receita em torno de R$ 500 milhões em 2025. IPTU e ICMS a maior parte do dinheiro que estava previsto para entrar nos cofres públicos, mas cuja arrecadação não foi concretizada.
O secretário de Economia, Marcelo Bussiki, diz que o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbana (IPTU) estava com a expectativa de R$ 380 milhões, mas a inadimplência teria aumentado 30%.
Já o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Bens e Serviços) é uma taxa do Estado, que repassa uma cota para cada município na proporção de recolhimento dentro de suas divisas. Bussiki disse que, no ano passado, Cuiabá recebeu R$ 100 milhões a menos na comparação com 2024.
O secretário afirmou que neste ano arrecadação com o IPTU cresceu 17%, mas continua abaixo da variação de inadimplência, ou seja, de contribuintes que não pagaram o imposto.
“A frustração de receita está acima do que estava previsto para recebermos com IPTU e ICMS, só não é acima do ISS (Imposto Sobre Serviços), que é a nossa principal fonte de receita [própria do município], que chega em torno de R$ 660 milhões ao ano”, disse.
Bussiki apresentou no começo da semana, na Câmara dos Vereadores, um relatório sobre as contas da prefeitura. Ele disse que apesar das frustrações, o município conseguiu reduzir em R$ 500 milhões a sua dívida global.




