O ex-senador Cidinho Santos (PP) disse que o comando da federação União Progressista só vai interferir na escolha do candidato ao governo em Mato Grosso caso haja alguma decisão fora do regulamento. A escolha ficará a cargo da articulação dos pré-candidatos.
“A [direção da] federação só vai entrar [em intermediação] se tiver alguma questão em desacordo com o nosso diretório no União Brasil e no PP. Por exemplo, se um diretório aprova um candidato e o outro, não A federação só vai arbitrar se tiver uma questão a mais, senão fica como está”, disse.
A União Progressista protocolou nessa quarta-feira (27) na Justiça Eleitoral a composição de comando do diretório unificado. O grupo político do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) assumiu a maior parte dos cargos.
Ele próprio, candidato ao Senado, foi escolhido presidente, Cidinho Santos o acompanha como vice-presidente. Os outros membros titulares são a ex-senadora Margareth Buzetti (PP), o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União Brasil), o senador Jayme Campos (União Brasil) e o presidente do MT Gás, Aécio Rodrigues.
Cidinho diz que a montagem não indica que a federação já teria uma definição de apoiar o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) a novo mandato. Por outro lado, o senador Jayme Campos ainda não teria oficializado ao grupo a sua pré-candidatura.
“Não podemos cravar nada antes da convenção, temos que respeitar as pessoas. O senador Jayme Campos é uma liderança do partido. Ele terá que levar [o projeto de candidatura] ao diretório do União e do PP; ele nunca falou oficialmente disso”, afirmou.
Cidinho negou que o candidato será escolhido pela executiva nacional da federação. Essa hipótese foi levantada por causa da tendência do presidente do União Brasil, Mauro Mendes, a apoiar Pivetta, político de outro partido, mesmo com o projeto de Jayme Campos.




