18 de abril de 2026 09:04
Crônicas Policiais

Operação apura recebimento indevido de verbas por funcionários de Câmara de Vereadores

operação na Câmara de Vereadores de Barra do Garças
Foto de Redação
Redação

A Delegacia de Barra do Garças (520 km a Leste de Cuiabá), em parceria com o Poder Legislativo do município, deflagrou na manhã de hoje (14) a Operação Transparência, para cumprimento de mandados de busca e apreensão dentro de investigações para apurar possíveis recebimentos indevidos de verbas praticados por servidores da gestão anterior da Câmara de Vereadores da cidade.

Os mandados são cumpridos em 4 setores da Câmara de Vereadores de Barra do Garças (Contábil, Jurídico, Arquivo e Recursos Humanos) e em duas residências no município.

Os trabalhos são realizados pela equipe da Polícia Civil com apoio da Câmara Municipal, que, por meio da denúncia e colaboração, demonstrou interesse na persecução e esclarecimento dos fatos envolvendo funcionários e dinheiro público.

Os fatos foram identificados pelo presidente da Câmara no biênio 2021/2022, sendo verificado que, em gestões anteriores, servidores receberam indevidamente verbas que eram garantidas a servidores concursados. Com a descoberta, foi realizado o desligamento de parte dos servidores que já estavam aposentados pelo INSS e comunicado os fatos para o Ministério Público, Tribunal de Contas e Polícia Civil.

Com a implantação da digitalização do acervo de documentos na Câmara Municipal de Barra do Garças, os documentos que estavam no arquivo físico foram remetidos à 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, sendo confirmado após a análise dos documentos os fatos denunciados.

Com base na análise do material, o delegado Pablo Borges Rigo representou por 3 mandados de busca e apreensão com o fim de aprofundar as investigações, tendo os documentos servido de elementos de informação utilizados nos pareceres do Ministério Público e Poder Judiciário para expedição dos mandados para buscas dos indícios de autoria.

As ordens judiciais têm o objetivo de apreender elementos que possam auxiliar o aprofundamento das investigações como computadores (ou outros eletrônicos) e documentos (físicos ou virtuais), que possam estar ocultos em setores da instituição pública.

O material apreendido será analisado e periciado, no intuito de encontrar possíveis provas documentais que venham a instruir os autos de investigação em curso.

(Com Assessoria)

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