O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), disse que o aumento de seis vagas para deputado estadual é desnecessário, mas irá cumprir a lei. As novas vagas não elevarão o duodécimo da Assembleia.
“Não temos a necessidade, mas é lei e à lei tem-se de atender. Quando se cria vagas no Congresso, automaticamente é na proporção [o número vagas na Assembleia Legislativa]. É obrigatório”, disse.
A Câmara dos Deputados aprovou no começo da semana um projeto de lei complementar (PLC) que acrescenta 18 vagas de deputados federais a ela. Duas serão de Mato Grosso, cuja bancada passará de oito para dez representantes a partir de 2027.
A mudança provocará aumento de seis vagas para deputados estaduais em Mato Grosso. A proporção é de três vagas para deputados estaduais a cada um vaga para deputados federais. Com isso, a quantidade de deputados na Assembleia passará de 24 para 30.
O deputado estadual Botelho (União Brasil) deixou a presidência da Assembleia, no começo do ano, com um projeto de construir mais três gabinetes, agora esse número também deverá ser dobrado.
O aumento de cadeiras deve elevar os gastos internos da Assembleia Legislativa. Porém, segundo o presidente Max Russi, isso não implicará no aumento do duodécimo, a fatia do orçamento do Estado que é repassado para cada Poder Público.
“A gente não terá dificuldades em termos orçamentários, não aumenta em nada o duodécimo com o aumento no número deputados”, disse.




