As compras em sites da China estão se transformando em um problema para a aviação civil. São tantos produtos enviados pelo país asiático para o resto do mundo, que já existe uma preocupação com a falta de espaço em aeronaves.
Segundo reportagem do The Wall Street Journal, a demanda global por transporte aéreo teve uma alta de quase 13% nos 3 primeiros meses de 2024.
Com isso, claro, o preço do frete aumentou. Da China para os Estados Unidos, o valor cobrado pelo quilo do produto dobrou. E no caso do trecho China/Europa, o aumento foi de 50%.
Conforme o portal The News, lojas como a Shein e a Temu despacham, diariamente, cerca de 9 mil toneladas em aeroportos chineses.
Detalhe: a maioria dos produtos vendidos por essas duas empresas são roupas.
A Apple, que vende produtos eletrônicos (teoricamente bem mais pesados) transporta 1 mil toneladas diárias.
Será, pelo menos, no caso do Brasil a “taxa da blusinha” resolve essa situação?




