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Professora tingiu cabelo de aluno com canetão porque seu corte violava os padrões da escola

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Felipe Martins

A atitude de uma professora do Texas, nos Estados Unidos, rendeu processo e uma enorme polêmica na sua tentativa de seguir a conduta e as normas do regimento interno de uma escola.

Segundo o Abc News, sem o consentimento da criança, a mulher tingiu seu couro cabeludo com um canetão permanente para preencher o espaço sem cabelo e fazer com que seu corte se encaixasse nos padrões do local.

A vítima foi Juelz Trice que, na época, tinha 13 anos. Ele tinha feito um corte de cabelo personalizado, que a professora descreveu como “corte de cabelo afro-americano com desenho de linhas inócuas”.

Então, segundo documentos, ela lhe disse que tinha duas opções: ser colocado em suspensão ou permitir que as linhas em sua cabeça fossem preenchidas com marcador. Ainda foi contado que, enquanto aplicava a punição no aluno, a professora e outros funcionários do local riram.

Revoltados com a situação, os pais entraram com um processo federal contra o distrito escolar por discriminação, buscando uma indenização.

Além da instituição, foram réus seus três funcionários. Randall Kallinen, o advogado da família, disse que Trice passou dias esfregando a cabeça para que as marcas do canetão saíssem. Toda a situação deixou o garoto humilhado e constrangido.

Após o caso, a escola alterou a política de penteados do código de vestimenta, mas os pais do menino não acharam que isso era suficiente e acusaram a instituição de discriminação racial.

A escola se defende argumentando que a professora foi abusiva e não seguiu o código de vestimentas da escola, pois essa punição não se aplica em nenhum caso, além do garoto não ter violado o regimento do colégio.

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