14 de abril de 2026 14:21
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Lixo hospitalar deixa de ser incinerado em Cuiabá por conta de furtos

Foto de Caroline Rodrigues
Caroline Rodrigues

A empresa responsável por processar o lixo hospitalar em Cuiabá ficou um dia sem incinerar os materiais por conta do furto de fios elétricos.

Não é a primeira vez que isso acontece e, segundo o proprietário da WM Ambiental, Danilo Moscheta Gonçalves, a incidência do crime chega a uma vez por mês.

Além das questões econômicas que envolvem o problema, a maior preocupação do empresário é a Saúde Pública, tendo em vista que, com a pandemia do coronavírus, a demanda pelos serviços de tratamento de lixo contaminado tende a aumentar.

Hoje, quando o material não é processado no dia, fica vedado em tambores ou acomodados na câmara fria. Contudo, os espaços não são para grandes quantidades, como as que a empresa estima  receber em meados de abril, que é apontado pelos especialistas como pico da doença.

Inúmeras reclamações

O empresário conta que os furtos passaram a ter mais frequência após a formação de uma ocupação ilegal nas imediações.

A cada furto, a rotina se repete, ligações sequenciais para Energisa e também para a polícia, para que o problema seja rapidamente resolvido.

O que diz a polícia?

A Polícia Civil, por meio da assessoria de imprensa, informou que não pode fazer investigações sem o registro do Boletim de Ocorrência e que não tem nenhum documento envolvendo a empresa WM Ambiental.

Já a Polícia Militar, informou que irá tomar uma série de providências. Segundo o comandante da Força Tática e adjunto do Comando Regional 1, tenente-coronel Antônio Nivaldo de Lara Filho, as rondas serão reforçadas na região.

Ele ainda relata que o serviço de inteligência será acionado para apurar o caso, levando em consideração que o cidadão apontou a periodicidade dos furtos. Lara argumenta ainda que, pelo trabalho da empresa ser considerado essencial no momento que pandemia, haverá uma atenção especial por parte dos militares.

O que diz a Energisa?

A equipe do LIVRE entrou em contato com a Energisa, mas até a publicação da reportagem não obteve retorno.

O espaço continua aberto para manifestações.

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