Cidades

Cuiabana que atropelou gari estaria vivendo na Europa

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Livre
foto e comentários hívena grávida
 

A arquiteta cuiabana Hívena Del Pintor, procurada pela Polícia de São Paulo, está grávida e segundo fontes, vivendo na Europa. A Justiça de São Paulo não sabe do seu paradeiro, afinal, ela não compareceu à audiência realizada nessa terça-feira (6) e teve, assim, sua prisão decretada pela juíza Sonia Nazaré Fernandes Fraga.

Hívena estaria vivendo possivelmente na Irlanda e levando uma rotina normal, mesmo depois de ser acionada pelo atropelamento de dois garis, na madrugada de 16 de junho de 2015. Um deles, Alceu Ferraz, morreu minutos depois de ser atropelado, enquanto José João da Silva ficou ferido.

Na ocasião, Hívena que não tinha visto os garis – apenas “sentido” ter batido “em algo ou alguém”.

Conforme termo de audiência publicada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, o Ministério Público pediu a prisão da estudante. Segundo a promotora Denise Elizabeth Herrera, “a acusada tinha plena ciência da investigação em andamento, estava representada por advogados que também acompanharam toda a investigação e não manteve qualquer informação atualizada sobre seu endereço no presente feito, o que inviabiliza a sua citação pessoal até o momento”.

Ela declara ainda que os advogados foram intimados e nada informaram sobre o paradeiro de Hívena. “Os fatos praticados são graves, tiraram a vida de um trabalhador e causaram comoção nacional, de forma que nada justifica a postura omissa da acusada e que está a impedir a aplicação da lei penal; desta forma, presentes os requisitos legais, requer-se desde logo a decretação da sua prisão preventiva, em especial para garantir a aplicação da lei penal”.

A promotora pediu ainda que fosse acionado o Núcleo de Investigação para descobrir o endereço dela e da testemunha Ana Alvarez, que também não foi localizada.

Por sua vez, a juíza Sonia Nazaré Fernandes Fraga, ressaltou a repercussão social acerca da gravidade do fato que ganhou o noticiário de todo o país. Afinal, Hívena teria fugido sem prestar socorro. Foi por meio de uma denúncia anônima sobre o carro que aparecia nas imagens, que a polícia chegou até ela. 

“Longo tempo se percorreu até se chegasse à identificação de pessoa suspeita, ora ré. Segundo verifico, em tese, teria ela acionado a rede policial (190), fornecendo falsas informações acerca de acidente que envolvesse seu veículo. Teria assim agido para eventual justificativa futura sobre os danos em seu veículo”, ressaltou a juíza.

“Esse possível perfil de quem procura a qualquer custo se desvencilhar da aplicação à lei penal persiste diante de inequívoco comportamento uma vez que a ré foi qualificada nos autos de investigação policial. (…) Portanto, quebrou com o dever de comunicar nos autos qualquer alteração de seu endereço”, disse ao decretar a prisão da estudante.

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