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Maluf e a verba indenizatória

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Laura Nabuco

Há dois meses na presidência do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o conselheiro Guilherme Maluf está promovendo uma espécie de “deja vu coletivo” em Mato Grosso.

Mais ou menos nessa mesma época, há cinco anos, também em seu primeiro mandato como presidente – mas, neste caso, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) –, ele fez exatamente o que está fazendo agora: aumentou a verba indenizatória e acabou com as regras de prestação de contas do dinheiro (que não parece, mas é público).

Em 2015, os beneficiados foram os deputados estaduais, cuja verba indenizatória passou de R$ 35 mil para 65 mil.

Agora, os contemplados serão os conselheiros do TCE, que vão passar a receber R$ 35 mil para bancar as “despesas do exercício da função”. Antes, o valor destinado a isso era de R$ 28 mil.

Nas duas oportunidades, os projetos de Maluf não mencionavam os (já escassos) mecanismos de fiscalização desse dinheiro.

E coincidentemente (ou não) esta foi a primeira atitude dele no cargo de presidente em ambas as ocasiões. Na ALMT, o projeto que beneficiou os deputados foi aprovado também quando Maluf ocupava o posto há meros dois meses de mandato.

Leia mais nesta matéria do Metrópoles, parceiro do LIVRE.

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21 de abril de 2026 17:54