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Wellington homenageia Jonas Pinheiro e defende logística para o agronegócio

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Os 10 anos da morte do senador Jonas Pinheiro, ocorrida em 19 de fevereiro de 2008, foi registrada nesta segunda-feira, 19, em plenário, pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), líder do Bloco Moderador. Considerado o “pai do agronegócio”, Jonas Pinheiro faleceu aos 69 anos, quando ocupava o segundo mandato de senador da República.

Pantaneiro da cidade de Santo Antônio do Leverger, Jonas Pinheiro era médico veterinário de formação. Por sua origem e atuação política, lembrou o senador republicano, Jonas foi um dos precursores da formação da bancada ruralista no Congresso Nacional, que deu origem a Frente Parlamentar de Agricultura.

“Dez anos depois, quero dizer, que ainda sentimos saudades da forma como Jonas Pinheiro agia em defesa da melhoria da qualidade de vida do homem do campo e também para evitar o êxodo rural” – acentuou. “O povo é simples e quer coisas simples” dizia Jonas, segundo reportou Fagundes.

Ao homenagear Jonas Pinheiro, Wellington fez questão de destacar a importância da logística para o crescimento do agronegócio no Brasil e, sobretudo, em Mato Grosso. Ele relatou em plenário que esteve conhecendo duas importantes estruturas portuárias, o Porto de Los Angeles, nos Estados Unidos, um dos mais movimentados do mundo; e de Papeete, no Taiti, destinado principalmente a embarcações de passageiros.

Embora ressalte que os portos brasileiros ‘não ficam nada a dever’ comparado a outros países, Fagundes lamentou que a operação portuária no Brasil ainda está distante das referências mundiais de eficiência e produtividade. “O que nos diferencia e nos empurra a patamares inferiores está em detalhes. Exemplo, é a infraestrutura de acesso aos portos. O que produzimos e comercializamos enfrenta obstáculos terríveis que precisam ser removidos da agenda das exportações” – ele destacou.

 

Fagundes ressaltou que uma das prioridades de 2018, como senador, continuará sendo os trabalhos visando a viabilização e consolidação dos portos do chamado “Arco Norte da Logística”. Segundo ele, esses portos locados no Maranhão, no Pará e também no Estado do Amazonas são essenciais para atender aos interesses da produção do Estado, que é um dos maiores exportadores de produtos primários e semielaborados.

 

Mesmo com restrições no transporte de cargas pelas vias terrestres, foram exportados pelos portos do norte do Brasil, no ano passado, de acordo com o Anuário Estatístico da Antaq, um total de 51 milhões e 200 mil toneladas. Terminais na região já representam 41 por cento de toda a movimentação no Brasil desses produtos.

 

“Os dados e estruturas que visitamos nos remete, em conclusão, para a necessidade de que definamos como prioridade de alto grau o desenvolvimento da logística nacional, se quisermos – e claro que queremos – promover a construção de uma economia cada vez mais forte em nosso país” – disse Fagundes.

Da assessoria

 

 

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