Quem costuma passar pela Praça da República, uma vez a cada mês vai se deparar com uma feirinha de artesanato repleta de opções. De reproduções sacras à doces típicos da região, o local foi escolhido pelos artesãos por conta da alta circulação de pessoas, o que ajuda na visibilidade desses profissionais e amplia a saída dos produtos.
Ao circular pelas dezenas de barracas, a variedade de opções se revela entre as mercadorias: chinelos, tapetes, reproduções sacras, bolos, roupas, doces, porções de pixé, compotas, colares, tapioca e muitos outros. A intenção da feira é justamente causar essa mistura e evitar a repetição, estimulando os visitantes a consumir um pouquinho de cada coisa.
Em parceria com a associação de artesãos Homens e Mulheres de Fibra, a Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá pretende ampliar o alcance da feira. A ideia é viabilizar uma rede de integração com grupos dentro dos bairros, apostando em eventos em centros comunitários e Centros de Referência da Assistência Social (Cras).
Segundo a titular da pasta, Débora Marques, “é muito importante tanto para os profissionais, quanto para os consumidores, que possamos fortalecer um trabalho da nossa terra, que represente nossa cultura. Além da exposição, queremos investir também em capacitação para os trabalhadores”, diz.
A iniciativa também visa a garantia de um espaço que contribua para a geração de emprego e renda, especialmente em períodos de crise econômica, quando os números do trabalho formal despencam e essa se torna a única fonte de recursos para muitos cidadãos.
A associação de artesãos existe há um ano e possui 160 profissionais registrados. A equipe da Secretaria tem feito um levantamento do número de artesãos e associações pela cidade, a fim de intensificando ações voltadas ao setor. O foco é a capacitação de microempreendedores e divulgação de seus materiais.










