60 dias de greve

Greve nas escolas estaduais de MT não tem hora para acabar

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Ao completar 60 dias de greve nesta quinta-feira (25), os profissionais da educação da rede estadual adotam uma posição mais estratégica com relação ao movimento – e o governo segue dizendo que não há como conceder aumento de salário por ter rompido com os limites de gasto com pessoal previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Diante da negativa, o Tribunal de Justiça tentou intervir, mas sem acordo.

Como estratégia, os profissionais da educação seguiram o governador Mauro Mendes (DEM) na sexta-feira (19) em Chapada dos Guimarães, na segunda os professores se acorrentaram em frente ao Palácio Paiaguás, sede do governo do Estado, no dia seguinte fizeram protesto na inauguração da Santa Casa e dormiram nas dependências da ALMT

O presidente do Sintep-MT, Valdeir Pereira, defende que a solução para a greve da educação seja uma condicionante para a aprovação do PLC 53/2019, que faz a restituição dos incentivos fiscais em MT. Os profissionais seguem acampados na ALMT.

O governo considera a greve ilegal e abusiva e mandou cortar o ponto dos grevistas desde o dia 27 de maio.

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