5 Perguntas para Munhoz & Mariano

Naturais de Campo Grande (MS) e entre os cantores sertanejos de maior sucesso no Brasil, a dupla Munhoz & Mariano por onde passa causa frisson nas fãs, com suas músicas de letras provocantes e pela performance que apresentam no palco.

Raphael Calux Munhoz (31) vendia marmitas com sua mãe e cursava zootecnia e, apesar do porte atlético que exibe, já foi um adolescente com sobrepeso, onde acabou ganhando dos amigos o apelido de Toiço. Há cinco anos morando em São Paulo, Munhoz, que está solteiro, diz levar uma vida sossegada e disciplinada com exercícios, como costuma postar em suas redes sociais.

Já Ricardo Mariano Gomes, ou Frango, trabalhava na empresa de sua mãe, dona Tânia, e conta que ganhou o apelido na adolescência de Cata Frango, quando estava na casa do parceiro Munhoz tomando a típica bebida campo-grandense tereré, e ao se sentar, a calça subiu até a canela. “Todos riram dizendo que era calça de catar frango no brejo, e o apelido pegou,” brinca o cantor.

Apesar de falar pouco sobre sua vida pessoal, Mariano não esconde a paixão que tem pela única filha, Íris, de 1 ano e 10 meses, fruto de sua relação com a arquiteta Viviane Zeni, que na época morava em Cuiabá. Hoje vivendo um outro relacionamento, o músico prefere preservar a intimidade.

Mesmo depois da fama e com a agenda corrida de shows, preferiu continuar morando em Campo Grande, próximo de seus familiares.

Aliás, fama foi algo inesperado na vida desses cantores que se conheceram quando ainda tinham 6 anos. Ainda jovens, os dois amigos dividiam sua rotina entre a faculdade e apresentações em barzinhos da cidade, desde 2006. Quatro anos depois, ganhariam destaque nacional no quadro Garagem do Faustão, do programa Domingão do Faustão. A partir daí lançaram um sucesso após o outro. “Camaro Amarelo”, “Seu bombeiro”, “Balada Louca”, “ Pantera cor de rosa” e “Mulherão da P%[email protected]” são alguns dos hits e estão entre as mais tocadas nas rádios do Brasil.

Depois de apresentação surpresa na casa sertaneja Valley Pub, em Cuiabá, a dupla conversou com o LIVRE.

1 – Na música Balada Louca, vocês fazem uma brincadeira sobre quem bebe e fica mais louco que o padre que se amarrou em balões e nunca mais apareceu. Costumam ficar mais loucos que o padre do balão? Como gostam de se divertir?

Mariano – Já ficamos loucos muitas vezes. Já perdemos a conta (risos).

Munhoz – Inclusive esta semana ficamos pior que o padre três vezes. Mas nós não bebemos em shows. Gostamos de nos divertir em casa, nas nossas folgas, onde ficamos mais à vontade em churrascos com amigos.

2 – Qual profissão seguiriam se não fossem cantores? Há algum talento escondido?

Munhoz – Eu voltaria a trabalhar com minha mãe. Ela tem uma empresa de licitação pública em Campo Grande. Meu talento fora do palco é a pescaria. Pesco e preparo peixe, que é minha especialidade.

Mariano – Eu seria zootecnista. Deixei o curso no último ano de faculdade, então eu acho que teria seguido a profissão. Gosto muito de cozinhar para os amigos e criar pratos diferentes. Sou filho de cozinheira e herdei esse gosto dela.

3 – Quem consideram um mulherão e homão da p%rr@?

Munhoz – Mulherão é minha mãe e homão meu pai.

Mariano – Também considero minha mãe um mulherão da p%[email protected] E homão é meu pai e o Rodrigo Hilbert.

4 – O que é mais justo Mariano? O cachê da dupla ou suas calças coladas?

Mariano – Bem (risos), ultimamente acredito que o cachê da dupla seja mais justo. Minhas calças só parecem que são atochadas. Mas são de jeans com elastano e não apertam tanto.

5 – Na intimidade, o rebolado é o mesmo que fazem nos palcos?

Mariano – Não não (risos), é apenas um personagem. Na intimidade sou mais tranquilo. Já até aconteceu de a moça chegar cheia de expectativa e eu dizer: ‘calma que o que faço no palco é uma brincadeira’. Sem contar que existem dias e dias, aqueles que estou mais selvagem e os que estou mais tranquilo.

Munhoz interrompe a entrevista e pergunta ao parceiro. “Então quer dizer que você nunca fez um stripper?”

Mariano responde: “Não! Mas também não sou uma geladeira né!?”

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