4 Distopias do cinema que são impossíveis de acontecer na vida real

Essas histórias aqui vão continuar na ficção

As distopias conquistam muitos entusiastas no cinema. Há um interesse um tanto mórbido em testemunharmos sociedades bizarras nas quais as liberdades individuais são praticamente abolidas no caos.

Com o cinema sendo bombardeado com diversas adaptações de livros infanto juvenis situados nessas sociedades bizarras, separamos cinco dessas obras que com certeza não se tornarão realidade na Terra de modo algum.

Jogos Vorazes

No mundo de Jogos Vorazes, depois de uma guerra de anos, o governo define uma nova forma de prevenir destruições em massa: os ditos Jogos Vorazes que, por setenta e cinco anos, a Capital organiza cidadãos de doze distritos para lutarem até a morte em uma disputa com dois integrantes, homem e mulher, de cada distrito entre as idades de 12 a 18 anos.

O que torna praticamente impossível disso realmente acontecer na vida real ocorre justamente por termos diversos países que, em uma situação dessas, com certeza iriam interferir na soberania de cada um. Ninguém aceitaria um jogo mortal no qual crianças de gladiam até a morte. Aliás, pela falta de outros países na saga literária, fãs começaram a questionar com o que aconteceu no resto do mundo na ficção.

Saga Divergente

A saga Divergente é comparada a Jogos Vorazes desde seu lançamento, afinal as premissas são mesmo muito parecidas. Em uma sociedade na qual só existem cinco facções diferentes, a protagonista Tris acaba caindo na colocação de “divergente” – alguém que não se encaixa em nenhuma das facções e, portanto, um indivíduo perigoso que deve ser eliminado.

Ao contrário de Jogos Vorazes, existe uma desculpa um pouco mais consistente para tornar o mundo de Divergente em uma distopia “crível” apesar não ser possível na realidade. Na verdade, o mundo no qual Tris vive, totalmente cercado por muros enormes, é um experimento social naquele universo. Só pela burocracia tremenda de realizar um experimento a la Show de Truman com diversos indivíduos gerando gastos monumentais em infraestrutura e equipe, é totalmente inviável que isso se torne uma realidade.

Maze Runner

Maze Runner talvez seja a mais improvável das obras citadas na lista. O conceito da distopia aqui acontece quando o sol explode criando uma nova praga chamada de flare. Esse vírus mata inúmeros adultos, porém uma geração de jovens é totalmente imune ao vírus em questão. Nisso, uma organização poderosa chamada WCKID cria labirintos gigantescos para colocarem o instinto de sobrevivência do grupo em um estudo de estresse.

Assim que saem do labirinto, os sobreviventes são jogados para a próxima fase mais perigosa que pode torná-los um doente infectado com o vírus. Uma vez infectado, o cérebro do paciente é destruído e a pessoa se torna um verdadeiro zumbi. Só para falar do quão impossível é essa distopia em virar realidade basta imaginar a impossibilidade de reunir recursos suficientes para criar um labirinto gigante em um mundo pós-apocalíptico.

Doador de Memórias

Com apenas um filme, a adaptação de O Doador de Memórias traz uma sociedade utópica na qual não há guerra, raças ou pobreza. O protagonista Jonas então é escolhido para receber as memórias sobre como o mundo era antes de tudo se tornar perfeito.

Por conta disso, ele rapidamente descobre que por trás da sociedade “utópica”, na verdade há uma organização extremamente cruel e controladora que tolhe as liberdades das pessoas além de determinar quem nasce e quem pode viver nesse mundo. Não é preciso entrar em detalhes nesse caso, pois já tornar o mundo em uma verdadeira utopia, sem desigualdade, é algo simplesmente impossível.

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