27 de setembro de 2017 - 09:44

O planeta Terra está renascendo

Ao longo do último mês, foram proliferadas teses sobre o fim do mundo. Estavam errados. Era um recomeço

Onofre Ribeiro

, da Redação

Ao longo do mês de setembro corrente, a mídia mundial tratou de teses sobre o rumo do governo oculto do mundo que, de certo modo, influencia todos os andamentos no planeta. Nas últimas semanas surgiram mais uma vez entre tantas e tantas, boatos sobre “o fim do mundo”. Uns tratavam como a realização das tragédias descritas no livro do Apocalipse da Bíblia cristã. Outros como uma sucessão de catástrofes ambientais como terremotos, vulcões, maremotos, guerra nuclear e guerras civis espalhadas pelo mundo em razão de divergências políticas, econômicas, étnicas e religiosas.

O alarmismo tomou conta de seitas religiosas, de grupos de debate e disseminou pânico na internet: o mundo iria acabar no dia 23 de setembro de 2017. Bom lembrar que essa ideia de que o mundo é finito tem abordagens constantes ao longo da História. Recentemente na passagem do ano 2000 temeu-se profundamente pelo “bug do milênio”. Pensava-se que os computadores dariam pane na passagem do ano 1999 para 2000 porque o programa Windows não previra a nova contagem. Erraram.

Em 2012, as Profecias Maias tiraram o sono de muita gente porque seria também o fim do mundo. O sentido de “fim do mundo” seria uma mudança no perfil espiritual dos habitantes do planeta e não o fim do mundo físico. Desta vez a “profecia” veio com data marcada: dia 23 de setembro de 2017.

A data passou e o mundo continuou igual. Aparentemente. Aqui cabe explicar o que houve. Ninguém que falou a respeito está de todo errado. O que houve efetivamente está dentro da minuciosa descrição do livro do Apocalipse, escrito por João Evangelista cerca de 95 anos depois da morte de Cristo. Bom lembrar que existem divergências sobre essas datas.

Apocalipse, ao contrário do que a maioria das religiões pregou, não significa destruição, mas revelação. Fontes espiritualistas mais modernas, menos agarradas às ideias tradicionais da bíblica cristã, asseguram que a nova vinda de Cristo não significa a sua presença física. Mas a transformação crística interna de cada pessoa como um novo padrão de fluxo de energias sobre o planeta. Mas e a data de 23 de setembro de 2017? Ela marca um evento astronômico raro, do alinhamento numa reta, dos polentas Vênus, Marte, Mercúrio, Júpiter mais o Sol, a Lua estrela Regulus e mais cinco estrelas da constelação de Leão. As figuras divulgadas mostram esses astros numa imensa linha reta apontando na direção da Terra. Segundo os maias que habitaram a América Central, isso ocorre de 26 em 26 mil anos.

No entender desses espiritualistas que traduzem passo a passo as predições do livro do Apocalipse, o alinhamento transformou-se na abertura de um extraordinário portal de energias cósmicas que se abate de uma vez sobre o planeta Terra, mudando completamente os seus padrões de energia. E as pessoas, principalmente. O planeta deixaria a sua condição de vibrador de baixas energias para se transformar em regeneração, com energias de altíssima vibração.

A rigor, dizem os espiritualistas mais acreditados: nasce um novo mundo. Pra saciar a curiosidade desse momento: não haveria mais espaços pra antivalores como corrupção, ambição de governos e de corporações, além da re-iluminação do ser humano. Não houve nem haverá destruição em massa no planeta. Ao contrário, vida! Seguramente este é um assunto muito longo que ainda vai se desdobrar em infinitas explicações. Porém, talvez desta vez, isso aconteça com mais consciência.

Assinatura Coluna Onofre