08 de novembro de 2017 - 12:45

Tecnologia x Natureza: como o homem está remodelando a Terra

Em viagem ao Chile, irei apresentar materiais colhidos junto aos povos que vivem da natureza, além de continuar a preparação de um longa metragem sobre meu trabalho

Aroldo Maciel

, da Redação

Rodrigo Vargas/O Livre

rio cuiabá

Nos últimos dias venho finalizando a preparação para a minha próxima viagem ao Chile, no começo de dezembro. Já falei muito sobre o meu amor pelo país, que visito com certa frequência. Desta vez, no entanto, não irei abordar o tema terremotos. Irei com dois focos: uma apresentação sobre os chamados povos que vivem até hoje da natureza e terminar um longa metragem sobre meu trabalho com os terremotos.

No congresso que será realizado em 10 de dezembro no hotel O’higgins, em Viña del Mar, vou expor minhas experiências junto a algumas etnias típicas de alguns países. Vou contar sobre a minha experiência com a cultura dos Zulus, na África do Sul; os Irantxe, no Brasil; os Chiquitanos, na Bolívia, entre outros.

A importância desse evento é abordar o meio-ambiente em um momento que, ao redor do mundo, estamos vendo a falência das políticas públicas e da diplomacia. Eventos que tratam do assunto são sempre bem-vindos.

Ao passar algum tempo com esses povos, muitas reflexões aparecem, sobretudo no que diz respeito ao impacto real - e muitas vezes imperceptível - que a tecnologia causa em nossas vidas. Tanto o meio-ambiente quanto a tecnologia estão presentes o tempo todo ao nosso redor. E causamos mudanças indiretas profundas ao priorizar a tecnologia.

Por um lado, a tecnologia traz uma sensação de segurança e melhor qualidade de vida. Carros, eletrônicos, todos eles têm nitidamente uma função. Mas não precisa ser ao custo da destruição contínua e indireta do meio-ambiente, da cultura local e do estilo de vida que os povos tanto prezam. Como lidar com essas duas questões ao mesmo tempo? Eis a grande reflexão que eu proponho.

Filme

Outro motivo da minha viagem é a preparação de um longa metragem chamado “Sísmico”, que trata da minhas experiências com as previsões de terremotos. A pedido do diretor Severino Neto, nele pretendo mostrar um pouco mais quem eu sou, não apenas aquele Aroldo que está constantemente nas televisões falando de previsões. Mas tentar mostrar a pessoa que chegou até essas sacadas.

Não deixa de ser, também, uma reflexão sobre a natureza e a tecnologia. Certamente sem a tecnologia teria tido muito mais dificuldade em chegar aos padrões que cheguei. Ao mesmo tempo, a minha natureza tal e qual foi concebida também foi parte fundamental do processo. Convido a todos acompanhar esse processo.

Com certeza será um grande evento, espero todos vocês lá. fiquem ligados nas minhas redes sociais, teremos sempre novidades.

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Tecnología x Naturaleza: cómo el hombre está remodelando la Tierra

En los últimos días vengo finalizando la preparación para mi próximo viaje a Chile a principios de diciembre. Ya he hablado mucho sobre mi amor por el país, que visito con cierta frecuencia. Esta vez, sin embargo, no voy a abordar solo el tema terremotos. Yo iré con dos focos: una presentación sobre los llamados pueblos que viven hasta hoy de la naturaleza y planificar la presentación un largometraje sobre mi trabajo con los terremotos.

En el congreso que se realizará el 10 de diciembre en el hotel O'higgins, en Viña del Mar, expondré mis experiencias junto a algunas etnias típicas de algunos países. Voy a contar sobre mi experiencia con la cultura de los Zulus, en Sudáfrica; los Irantxe, en Brasil; los Chiquitanos, en Bolivia, entre otros.

La importancia de este evento es abordar el medio ambiente en un momento que, alrededor del mundo, estamos viendo la quiebra de las políticas públicas y de la diplomacia. Los eventos que se ocupan del tema son siempre bienvenidos.

Al pasar algún tiempo con esos pueblos, muchas reflexiones aparecen, sobre todo en lo que se refiere al impacto real -y muchas veces imperceptible- que la tecnología causa en nuestras vidas. Tanto el medio ambiente como la tecnología están presentes todo el tiempo a nuestro alrededor. Y causamos cambios indirectos profundos al priorizar la tecnología.

Por un lado, la tecnología trae una sensación de seguridad y una mejor calidad de vida. Autos, electrónicos, todos ellos tienen claramente una función. Pero no necesita ser al costo de la destrucción continua e indirecta del medio ambiente, de la cultura local y del estilo de vida que los pueblos tanto aprecia. ¿Cómo manejar estas dos cuestiones al mismo tiempo? Esta es la gran reflexión que propongo.

Películas

Otro motivo de mi viaje es la preparación de un largometraje llamado "Sísmico", que trata de mis experiencias con las previsiones de terremotos. A pedido del director Severino Neto, en él pretendo mostrar un poco más que yo, no sólo aquel Aroldo que está constantemente en las televisiones hablando de previsiones. Pero tratar de mostrar a la persona que llegó hasta esos balcones. No deja de ser, también, una reflexión sobre la naturaleza y la tecnología.

Ciertamente sin la tecnología habría tenido mucho más dificultad en llegar a los patrones que llegué. Al mismo tiempo, mi naturaleza tal y cual fue concebida también fue parte fundamental del proceso. Invito a todos a seguir este proceso.

Sin duda será un gran evento, espero todos ustedes allí. se queden conectados en mis redes sociales, tendremos siempre novedades.

Assinatura Coluna Aroldo