27 de setembro de 2017 - 15:33

Podemos aprender com a história ou com tragédias

Se a minha teoria estiver certa, ouviremos falar de novos abalos de grande magnitude nos próximos 52 dias

Aroldo Maciel

, da Redação

Depois de alguns dias de tristeza e dor, o México finalmente retoma sua rotina após um terremoto fortíssimo. É incrível como, na tragédia, os povos revelam o desejo pelo bem da pátria e o amor aos compatriotas. Esse é o chamado efeito pós-catástrofe, já que nessas horas percebemos como necessitamos uns dos outros.

Durante uma semana estive no Chile para explicar minha teoria de como uma sequência de abalos, ocasionados por esse, poderia funcionar.

Se a teoria estiver correta, nos próximos 52 dias vamos ouvir falar de um novo evento de magnitude entre 7.9 e 8.2 graus na escala Richter. E o mais importante: mesmo países com cultura sísmica tem planos de evacuação e manutenção de segurança.

No Brasil ainda não temos cultura sísmica por uma falsa premissa de que não temos terremotos por aqui, o histórico não é o dos mais perigosos, mas é claro sempre é bom cuidar.

Em 1955 tivemos um evento nas proximidades de Porto dos Gaúchos, em Mato Grosso, e pela data pouco se ouviu falar do evento. Uma população muito reduzida fez o tremor passar despercebido por aqui, mas cerca de 30 dias depois um evento de magnitude similar ocorreu no litoral de Vitória do Espírito Santo. Coincidência? Eu não acredito. Dois eventos considerados moderados para algumas regiões ocorrem com intervalo de um mês já seria motivo para uma busca de antecedentes.

A imprensa de todas as partes do mundo cobriu a situação do México e de suas respectivas regiões. A pergunta recorrente era: “e se fôssemos nós?” Assim como os demais, nós, brasileiros, deveríamos avaliar nosso território e parar de difundir a falsa premissa de que o Brasil não tem terremotos. Enquanto ignorarmos alguns avisos da natureza, estaremos construindo nossas represas e cidades em áreas de risco.

--

Podemos aprender de la historia o de las tragedias

Después de algunos días de tristeza y dolor, México finalmente retoma su rutina tras un terremoto fortísimo. Es increíble cómo, en la tragedia, los pueblos revelan el deseo por el bien de la patria y el amor a los compatriotas. Este es el llamado efecto post-catástrofe, ya que en esas horas percibimos cómo necesitamos los unos de los otros.
 Durante una semana estuve en Chile para explicar mi teoría de cómo una secuencia de sacudones, ocasionados por ese, podría funcionar.

Si la teoría es correcta, en los próximos 52 días vamos a oír hablar de un nuevo evento de magnitud entre 7.9 y 8.2 grados en la escala de Richter. Y lo más importante: incluso los países con cultura sísmica tienen planes de evacuación y mantenimiento de seguridad.

En Brasil todavía no tenemos cultura sísmica por una falsa premisa de que no tenemos terremotos por aquí, el histórico no es el de los más peligrosos, pero por supuesto siempre es bueno cuidar.

En 1955 tuvimos un evento en las cercanías de Porto dos Gaúchos, en Mato Grosso, y por la fecha apenas se oyó hablar del evento. Una población muy reducida hizo que el temblor pasara desapercibido por aquí, pero unos 30 días después un evento de magnitud similar ocurrió en el litoral de Vitória do Espírito Santo. ¿Coincidencia? Yo no creo. Dos eventos considerados moderados para algunas regiones ocurren con intervalo de un mes ya sería motivo para una búsqueda de antecedentes.

La prensa de todas partes del mundo cubrió la situación de México y sus respectivas regiones. La pregunta recurrente era: "y si fuéramos nosotros?" Así como los demás, nosotros, brasileños, deberíamos evaluar nuestro territorio y dejar de difundir la falsa premisa de que Brasil no tiene terremotos. Mientras ignoramos algunos avisos de la naturaleza, estaremos construyendo nuestras represas y ciudades en áreas de riesgo.

 

Assinatura Coluna Aroldo